Destaque para alguns modelos: modelo SIPOC/FEPSC (SixSigma) a visão Top-Down e Bottom-Up e a Visão da PHD
Dois modelos exitentes, um COMe um SEMessa possibilidade de fundar as sínteses (do objeto da operação) no espaço da representação, tendo entre eles uma animação mostrando as diferenças, e o perde-ganha entre um e outro
modelo FEPSC/SIPOC Six Sigma
SIPOC/FEPSC e Top Down X Botton Up
Visão da PHA associada ao Princ[ipio dual de trabalho de David ricardo
SIPOC (FEPSC)
este modelo tem como elemento central Processo e é todo formulado sobre a estrutura do sistema Input-Output o que dá a ele consistência com a estrutura de conceitos clássica.(*)
Comparação entre eles: visões Top-Down e Botton UP
Visão Botton-Up consistente com o SIPOC (FEPSC)
Visão Top-Down, consistente com a estrutura de conceitos moderna, com o modelo de operações do Kanban, com o Mapa da Reengenharia, e com o Principio Dual de Trabalho de David Ricardo
Visão da PHD
Podemos ver neste modelo um nível superior a Processos, o que abre espaço para a ideia ou elemento de imagem Forma de produção, característica indissociável do Principio Dual de Trabalho de David Ricardo, e portanto da estrutura de conceitos moderna.(**)
(*) Gestão integrada de processos e da tecnologia da informação; capítulo Identificação, análise e melhoria de processos críticos Figura 3.1 Representação da FEPSC, de Roberto Gilioli Rotondaro Coordenadores: Fernando José Barbin Laurindo e Roberto Gilioli Rotondaro, Editora Atlas, jan/2006
(**) A Visão da PHD, da empresa PHD Brasil
título interno
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O que é este trabalho? Modo de usar.
O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
Modo de usar
Passando seu mouse sobre cada número de tópico na matriz, abre-se uma página resumo de previsão do tópico. Clicando no número de tópico você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. Se clicar sobre o título do tópico na página de destino, você voltará à matriz de tópicos.