Propriedades emergentes em cada modelo de operações e elementos de imagem principais Propriedade emergente do modelo de operações no pensamento clássico, o de antes de 1775no interior do Circuito das trocas (Mercado) Modelo de operação clássico sobre o sistema Input-Outputpropriedade emergente Fluxo Ideias importantes nesse modelo clássico formulação da operação é reversível até o desencadeamento…
Conceitos homônimos mas com significados diferentes para o pensamento nos períodos de antes e de depois da descontinuidade epistemológica de 1775-1825; as duas sintaxes envolvidas na construção de representação nova, sob o pensamento moderno, o sedimentado após 1825 0.0. As duas leituras do fenômeno ‘operações’ e respectivas possibilidades de análise de valor Leia mais… 1….
Metáforas adequadas e propriedades emergentes dos modelos de operações em cada segmento do espectro de modelos Transformação (única) ou Processamento de informações:a estrutura Input-Output no pensamento clássico, de antes de 1775propriedade aparente – Fluxo; metáfora Transformação -unica Visão da operação clássica Transformação única de Entradas em Saídas, ou Processamento de informações Conversão ou um par…
Funcionamento das operações para configurações do pensamento de antes e de depois da descontinuidade epistemológica ocorrida entre os anos 1775-1825 Aquém do objeto Operação de pensamento no período clássico, antes de 1775 Diante do objeto Operação de pensamento no período moderno, depois de 1825, no caminho da Construção da representação:‘modo de ser fundamental’ sim, muda….
Os dois obstáculos, as duas pedras de tropeço, encontrados por Michel Foucault em seu trabalho os dois obstáculos encontrados por Michel Foucault em seu trabalho no livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’ Michel Foucault 1926-1984 “É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não,…
Anatomia ou cartografia dos modelos: os diferentes lugares onde o pensamento acontece, em função do perfil de pensamento e do caminho no qual seguem as operações.Os lugares onde o pensamento acontece – e as operações também Lugar do nascimento do que é empírico: pensamento moderno – caminho da Construção da representaçãoCircuito das trocas, ou Mercado:…
O ‘As palavras e as coisas’, visto pelo autor, Michel Foucault
“Ora, esta investigação arqueológica mostrou duas grandes descontinuidades na epistémê da cultura ocidental:
– aquela que inaugura a idade clássica (por volta dos meados do século XVII)
– e aquela que, no início do século XIX, marca o limiar de nossa modernidade.
A ordem, sobre cujo fundamento pensamos, não tem o mesmo modo de ser que a dos clássicos.
Por muito forte que seja a impressão que temos de um movimento quase ininterrupto da ratio européia desde o Renascimento até nossos dias,
por mais que pensemos que a classificação de Lineu, mais ou menos adaptada, pode de modo geral continuar a ter uma espécie de validade,
que a teoria do valor de Condillac se encontra em parte no marginalismo do século XIX,
que Keynes realmente sentiu a afinidade de suas próprias análises com as de Cantillon,
que o propósito da Gramática geral (tal como o encontramos nos autores de Port-Royal ou em Bauzée) não está tão afastado de nossa atual linguística
toda esta quase-continuidade ao nível das idéias e dos temas não passa, certamente, de um efeito de superfície; no nível arqueológico, vê-se que o sistema das positividades mudou de maneira maciça na curva dos séculos XVIII e XIX.
mas o modo de ser das coisas e da ordem que, distribuindo-as, oferece-as ao saber; é que foi profundamente alterado.
Não que a razão tenha feito progressos;
mas o modo de ser das coisas e da ordem que, distribuindo-as, oferece-as ao saber; é que foi profundamente alterado.
Se a história natural de Tournefort, de Lineu e de Buffon tem relação com alguma coisa que não ela mesma,
não é com a biologia, a anatomia comparada de Cuvier ou o evolucionismo de Darwin,
mas com a gramática geral de Bauzée, com a análise da moeda e da riqueza tal como a encontramos em Law, em Véron de Fortbonnais ou em Turgot.
“Ora, esta investigação arqueológica mostrou duas grandes descontinuidades na epistémê da cultura ocidental:
– aquela que inaugura a idade clássica (por volta dos meados do século XVII) – e aquela que, no início do século XIX, marca o limiar de nossa modernidade.
A ordem, sobre cujo fundamento pensamos, não tem o mesmo modo de ser que a dos clássicos.
Por muito forte que seja a impressão que temos de um movimento quase ininterrupto da ratio européia desde o Renascimento até nossos dias, – por mais que pensemos que a classificação de Lineu, mais ou menos adaptada, pode de modo geral continuar a ter uma espécie de validade,
que a teoria do valor de Condillac se encontra em parte no marginalismo do século XIX,
que Keynes realmente sentiu a afinidade de suas próprias análises com as de Cantillon,
que o propósito da Gramática geral (tal como o encontramos nos autores de Port-Royal ou em Bauzée) não está tão afastado de nossa atual linguística
toda esta quase-continuidade ao nível das idéias e dos temas não passa, certamente, de um efeito de superfície; no nível arqueológico, vê-se que o sistema das positividades mudou de maneira maciça na curva dos séculos XVIII e XIX.
Não que a razão tenha feito progressos;
mas o modo de ser das coisas e da ordem que, distribuindo-as, oferece-as ao saber; é que foi profundamente alterado.
Se a história natural de Tournefort, de Lineu e de Buffon tem relação com alguma coisa que não ela mesma,
não é com a biologia, a anatomia comparada de Cuvier ou o evolucionismo de Darwin,
mas como a gramática de Bauzée, com a análise da moeda e da riqueza tal como a encontramos em Law, em Véron de Fortbonnais ou em Turgot.
n
Os conhecimentos chegam talvez a se engendrar; as ideias a se transformar e a agir umas sobre as outras (mas como? até o presente os historiadores não no-lo disseram);
Uma coisa, em todo caso, é certa:
a arqueologia dirigindo-se ao espaço geral do saber; e a suas configurações e ao modo de ser das coisas que aí aparecem
define sistemas de simultaneidade, assim como a série de mutações necessárias e suficientes para circnscrever o limiar de uma positividade nova
Assim, a análise pôde mostrar a coerência que existiu, durante toda a idade clássica, entre
a teoria da representação e as
da linguagem,
das ordens naturais,
da riqueza
e do valor.
É esta configuração que, a partir do século XIX, muda inteiramente
a teoria da representação desaparece como fundamento geral de todas as ordens possíveis;
a linguagem, por sua vez, como quadro espontâneo e quadriculado primeiro das coisas, como suplemento indispensável entre a representação e os seres, desvanece-se;
uma historicidade profunda penetra no coração das coisas, isola-as e as define na sua coerência própria.
Impõe-lhes formas de ordem que são implicadas pela continuidade do tempo;
a análise das trocas e da moeda cede lugar ao estudo da produção,
a do organismo toma dianteira sobre a pesquisa dos caracteres taxinômicos;
e, sobretudo, a linguagem perde seu lugar privilegiado e torna-se, por sua vez, uma figura da história coerente com a espessura de seu passado.
Na medida, porém, em que as coisas giram sobre si mesmas,
reclamando para seu devir não mais que o princípio de sua inteligibilidade
e abandonando o espaço da representação.
o homem, por seu turno, entra, e pela primeira vez, no campo do saber ocidental.
Estranhamente, o homem – cujo conhecimento passa, a olhos ingênuos, como a mais velha busca desde Sócrates – não é, sem dúvida, nada mais que uma certa brecha na ordem das coisas, uma configuração, em todo o caso, desenhada pela disposição nova que ele assumiu recentemente no saber: Daí nasceram todas as quimeras dos novos humanismos, todas as facilidades de uma “antropologia “, entendida como reflexão geral, meio positiva, meio filosófica, sobre o homem. Contudo, é um reconforto e um profundo apaziguamento pensar que
o homem não passa de uma invenção recente, uma figura que não tem dois séculos, uma simples dobra de nosso saber;
e que desaparecerá desde que este houver forma nova,”
Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia
Vilém Flusser 1920-2002Vilém Flusser – 1920-1991
Capa do livro ‘Filosofia da caixa preta’ edição Relume Dumará, 2002Filosofia da Caixa Preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia
30 itens relevantes
O modelo da Reengenharia: a Figura 7.1 – Mapa de processos da atividade semicondutores da Texas Instruments relacionada ao pensamento moderno
Michel Foucault
Textos destacados de Michel Foucault
Epifânia
Do homem
Do pensamento
Espectro de modelos de operações
Descontinuidade epistemológica
Tab 6
“Eis que nos adiantamos bem para além do acontecimento histórico que se impunha situar – bem para além das margens cronológicas dessa ruptura que divide, em sua profundidade, a epistémê do mundo ocidental e isola para nós o começo de uma certa maneira moderna de conhecer empiricidades.
É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não pensamos,
se acha ainda muito dominado pela impossibilidade, trazida à luz por volta do final do século XVIII, de fundar as sínteses no espaço da representação
e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma, de abrir o campo transcendental da subjetividade e de construir, inversamente, para além do objeto, esses quase transcendentais que são para nós a Vida, o Trabalho e a Linguagem
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antes de 1775
depois de 1825
Modelos de operações de pensamento, de produção, de ensino etc. associados a cada modo de ser do homem
Exemplos de modelos de operações de produção com cada uma dessas duas dinâmicas
Imagens tradicionais e imagens técnicas
Modelo de operações clássico, de antes de 1775
Modelo de operações clássico, de depois de 1825
Vê-se pela grande diferença existente entre esses dois modelos acima, que essas classes de abstrações usadas pelo pensamento podem ser feitas com ferramentas especiais de pensamento que conduzem a resultados tão distintos. E quando trata das imagens técnicas, as imagens produzidas por aparelhos – computadores etc. – Flusser se refere explicitamente a essas condições que determinam tais diferenças.
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; um manual do usuário de operações de pensamento
Michel Foucault 1926-1984
Capa do livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’ edição Martins Fontes, 1992
Nossas teses
O que é este tabalho
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Questões/Perguntas
O próximo passo
Filme/animação de apresentação do layout do site Projeto Formulador
O que são estes pontos em destaque
O que são estes pontos em destaque
Visão da ocorrência no espaço-tempo
imagens
Conceitos (Textos)
visões <-> imagens <-> textos
neste estudo nosso objeetivo é cuidar dessas relações, conforme o caso
Fale conosco
A ideia geral deste trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e videos (animações). Fazemos um exercício de entendimento de imagens tradicionais e imagens técnicas e o percurso reversível, ida e volta, desde ocorrências no espaço-tempo até os textos com os conceitos a elas referidos.
Há muito pouco texto para ler; na maioria dos casos das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente na área de mensagens.
A ideia básica é:
reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos, nos textos que usamos, sejam eles de filósofos, pensadores, sejam eles de projetistas de produções do pensamento, modelistas experientes autores de modelos de larga utilização nas chamadas áreas técnicas;
e relacionar essas imagens àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as respectivas visões das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t, como as operações de produção, por exemplo.
Este trabalho procura dar elementos para identificarmos a paleta de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas imagens ou figuras, com as relações necessárias entre essas ideias – ou elementos de imagem -, para que as relações
texto <-> imagem <-> visão
se estabeleçam.
Passando seu mouse sobre cada número de item de um tópico na matriz ou em uma linha de itens, abre-se uma página popup de resumo. Clicando no número do item, no lado esquerdo do cabeçalho dessa página de resumo, você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. O menu vertical no lado direito da tela é uma videoteca.
O modelo decritivo da produção do Kanban
Modelo descritivo da produção de Elwood S. Buffa
O modelo 5W2H
O modelo FEPSC/SIPOC
Influências e Inspiração
a influência de Vilém Flusser no livro ‘Filosofia da caixa preta’: uso das funções reversíveis Imaginação e Conceituação para navegar, ida e volta, entre
textos <-> imagens <-> e ocorrências espacio-temporais
e ainda, não menos importante, devido a Flusser:
.- as imagens tradicionais, as imagens técnicas, as classes de abstrações que usamos cotidianamente
2. as sugestões de Humberto Maturana nos livros: Cognição, Ciência e Vida cotidiana; Emoções e Linguagem na Educação e na Política e De máquinas e de seres vivos.
objeções e propostas de mudança feitas por Maturana ao fazer dos pesquisadores em IA do MIT do final dos anos ’50, aceitação de algumas das críticas feitas e aparentemente, uma alteração de rota;
3. a influência especialmente muito forte de Michel Foucault no livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’:
a descoberta de duas pedras de troçeço durante seu trabalho nesse livro, a saber:]uma impossibilidade (vigente ainda em nossos dias) de fundar as sínteses – dos objetos e coisas de interesse do homem – no espaço da representação;
e uma obrigação de abrir o campo transcendental da subjetividade e do objeto, os quase-transcendentais Bida(Biologia), Trabalho(Economia) e Linguagem(Filologia).
Paleta de elementos de imagem requeridos para formular a operação moderna – etapa Instanciamento
Domínio do Discurso e da Representação
Domínio do Discurso e da Representação
Não são feitas Designações primitivas nesta etapa
O objeto da operação de Instanciamento é recuperado para Instanciamento desde o Repositório
As relações de analogia já foram estabelecidas na etapa de Construção
O objeto da operação de Instanciamento já existe no Repositório e faz parte do Sistema Representativo da Linguagem.
Não é necessária a participação do homem (em sua duplicidade de papéis)
Propriedades sim-originais e sim-constitutivas vêm com a representação recuperada do Repositório
Propriedades sim-originais e sim-constitutivas são agora próprias da representação intanciada
O objeto componente da representação (Projeto) é instanciado no ambiente e domínio da operação
Toda a coleção logicamente relacionada de objetos análogos é recuperada com o objeto da operação de Instanciamento
A representação a ser instanciada é recuperada do repositório, e não passa pelos efeitos de Síntese e de Sucessão
Paleta de elementos de imagem requeridos para formular a operação moderna – etapa Construção
Forma de produção (o verbo em operações no pensamento moderno)
Impensado
Sujeito da operação de pensamento de Construção de representação (Projeto) de objeto de seu interesse
Relação de analogia
Relação de analogia
Designações primitivas
Domínio do Pensamento e da Língua
Domínio do Discurso e da Representação
Propriedades sim-originais e sim-constitutivas esperadas para o objeto análogo nesta etapa
Lugar do nascimento do que é empírico
Lugar do nascimento do que é empírico
Conjunto de elementos de suporte na experiência à Forma de produção
Propriedades sim-originais e sim-constitutivas obtidas ao final de cada etapa
Lugar desde onde se fala
Lugar desde onde se fala
Lugar do falado
Lugar do falado
Domínio do Discurso e da Representação
Tooltip text
Evento de início do esforço por aproximar objeto analógo da possibilidade de representação
Evento de final do esforço pela aproximação do objeto análogo da sua possibilidade de representação
Resultado dos princípios organizadores Analogia e Sucessão
Repositório de proposições explicativas da experiência formuladas de acordo com as regras da linguagem
Objeto análogo incluído no Repositório por já ter condições de possibilidade de ser representado
Objeto análogo criado por Síntese dos objetos análogos com condições de possibilidade de serem representados
Objeto análogo escolhido para essa etapa ainda sem condições de possibilidade de ser representado
Objeto análogo composto obtido por Síntese dos objetos análogos criados pela análise
Objeto análogo criado por Análise, mais próximo da condição de possibilidade de ser representado
Objeto análogo criado por Análise, mais próximo da condição de possibilidade de ser representado
Objeto análogo criado por Análise, mais próximo da condição de possibilidade de ser representado
Domínio do Discurso e da Representação
Domínio do Pensamento e da Língua
Formas de produção para os objetos análogos componentes do objeto de interesse do homem, distribuídas no espaço e no tempo
Desenvolvimento do Projeto - designar e julgar, em todas as etapas da construção do objeto de interesse do homem.
Paleta de elementos de imagem requeridos para formular a operação clássica
Pacote de coisas antes da transformação
Volume de controle que delimita o espaço das operações
Processo (gramaticalmente um verbo)
Propriedades aparentesnão originais e não constitutivas
Volume de controle
Características aparentes do pacote de coisas
Características aparentes da categoria selecionada
Evento de início de Processo
Entradas
Domínio do Discurso e da Representação
Lugar onde ocorrem as trocas
Versor de orientação do VC - Volume de controle
Evento de FIM de Processo
Categoria selecionada
Volume de controle
Lugar onde ocorrem as trocas
Propriedades não-originais e não-constitutivas das coisas
Pacote de coisas depois da transformação
Quadro de simultaneidades clássico
Homem no papel de Espectador
A ideia geral deste trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e videos (animações). Fazemos um exercício de entendimento de imagens tradicionais e imagens técnicas e o percurso reversível, ida e volta, desde ocorrências no espaço-tempo até os textos com os conceitos a elas referidos.Há muito pouco texto para ler; na maioria dos casos das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente na área de mensagens.A ideia básica é:
reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos, nos textos que usamos, sejam eles de filósofos, pensadores, modelistas experientes autores de modelos de larga utilização nas chamadas áreas técnicas;
e relacionar essas imagens àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as respectivas visões das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t, como as operações de produção, por exemplo.
Este trabalho procura dar elementos para identificarmos a paleta de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas imagens ou figuras, com as relações necessárias entre essas ideias – ou elementos de imagem -, para que as relações
texto ? imagem ? visão
se estabeleçam.
Passando seu mouse sobre cada número de item de um tópico na matriz ou em uma linha de itens, abre-se uma página popup de resumo. Clicando no número do item, no lado esquerdo do cabeçalho dessa página de resumo, você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. O menu vertical no lado direito da tela é uma videoteca.
A ideia geral deste trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e videos (animações). Fazemos um exercício de entendimento de imagens tradicionais e imagens técnicas e o percurso reversível, ida e volta, desde ocorrências no espaço-tempo até os textos com os conceitos a elas referidos.Há muito pouco texto para ler; na maioria dos casos das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente na área de mensagens.A ideia básica é:
reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos, nos textos que usamos, sejam eles de filósofos, pensadores, modelistas experientes autores de modelos de larga utilização nas chamadas áreas técnicas;
e relacionar essas imagens àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as respectivas visões das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t, como as operações de produção, por exemplo.
Este trabalho procura dar elementos para identificarmos a paleta de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas imagens ou figuras, com as relações necessárias entre essas ideias – ou elementos de imagem -, para que as relações
texto ? imagem ? visão
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1.3 – 10 (dez) pontos selecionados para contextualizar o Prefácio com o restante do texto do livro
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10 Pontos para contextualização do Prefácio com o restante do livro
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A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’, de Michel Foucault
História do nascimento do livro “As palavras e as coisas” contada pelo próprio autor, Michel Foucault, no Prefácio, inclusive com relato das dificuldades enfrentadas.
1.1 – A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas
Elementos de ligação com o restante do livro e exemplos
1.2 – A imagem que Michel Foucault tinha na cabeça ao escrever o ‘As palavras e as coisas
1.3 – dez (10) pontos selecionados no texto do livro e ilustrados para contextualizar o Prefácio com o restante do livro
1.4 – Exemplos de modelos antológicos, muito usados hoje em dia, concebidos sob entendimentos (epistémês) muito diferentes
1.5 – As duas dificuldades – os dois obstáculos – enfrentados por Michel Foucault no desenvolvimento desse livro
A proposição como bloco construtivo padrão (Lego) fundamental para a construção de representações
Antes do objeto
Diante do objeto
para Além do objeto
Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes
Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório
Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
Estruturas de conceitos em cada ambiente de formulação identificado pela sim-possibilidade ou pela não-possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação
Perfil de características do pensamento clássico, o de antes de 1775
Perfil de características do pensamento moderno, o de depois de 1825
Triedro dos saberes
‘Assim, estes três pares, função-norma, conflito-regra, significação-sistema, cobrem, por completo, o domínio inteiro do conhecimento do homem.'(*)
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Cap. X – As ciências humanas
Pensamento clássico
Pensamento moderno
Referencial
Ordem pela ordem
Utopia do impensado
Princípios organizadores
Caráter e Similitude
Analogia e Sucessão
Métodos
Identidade e Semelhança
Análise e Síntese
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Capítulo X – As ciências humanas; tópico: III. Os três modelos
Exemplos de paletas de elementos de imagem de modelos de operações ANTES, DIANTE e DEPOIS do objeto
Antes do objeto
Diante do objeto
para Além do objeto
Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes
Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório
Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
Os dois princípios filosóficos para o que seja trabalho
AQUÉM do objeto Adam Smith, 1776
DIANTE e para ALÉM do objeto David Ricardo, de 1817
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; (*) Capítulo VII – Os limites da representação; tópico II. A medida do trabalho;
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; (**) Capítulo VIII- Trabalho, Vida e Linguagem; tópico II. Ricardo
O conceito de História, o posicionamento do Circuito das trocas e o Lugar de nascimento do que é empírico nos pensamentos clássico e moderno. Pensamento conservador e pensamento progressista
Posição relativa do par sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE e para ALÉM
história como sucessão de fatos tais como vão se sucedendo
história como alterações no ‘modo de ser fundamental’ das empiricidades
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
O pensamento de outros grandes pensadores: John Dewey e seus dois modos de ver o mundo; Ilya Prigogine e o conceito de caos para a ciência moderna
DIANTE do objeto
As duas animações acima bem como o depoimento de Ilya Prigogine – a nosso ver – apenas mostram que tanto John Dewey na sua visão [homem] [experiência] e [natureza] juntos; quanto Ilya Prigogine na sua visão do que seja caos na ciência moderna, estão pensando com uma configuração de pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação (introduzindo uma irreversibilidade no ambiente e domínio no qual a operação acontece alterando a constituição da linguagem, o que não era comum para a ciência clássica, toda reversível.
Dois conceitos para o que seja Classificar, comparados
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Duas possibilidades de leitura de operações: duas origens de valor – interna e externa à linguagem moderna – para construção de representações;
Duas visões, duas leituras do fenômeno ‘operações’; sob o pensamento clássico, o de antes de 1775 (seta amarela) e sob o pensamento moderno, o de depois da Descontinuidade Epistemoógica posicionada por Michel Foucault entre os anos de 1775 e 1825 (seta vetmelha), com duas amplitudes – duas abrangências dos fenômenos, muito diferentes.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Ciência e Tecnologia dependem da Filosofia e são funções das ferramentas de pensamento de que dispõe a configuração da operação de pensamento usada em sua geração
Usando o pensamento de Vilém Flusser:
Pensamento é um transformador do duvidoso em língua;
Filosofia, ou Reflexão, é texto produzido pelo pensamento ao voltar-se contra si mesmo para corrigir-se e renovar-se.
ciência, como o resultado de um movimento do pensamento em direção ao mundo, para compreendê-lo, é texto filosófico aplicado.
e tecnologia, como resultado de um movimento do pensamento em direção ao mundo para modificá-lo, é texto científico aplicado;
Descontinuidades epistemológicas refletem conquistas humanas no pensamento e são aprimoramentos na maneira que usamos para conhecer. Há portanto uma relação entre, de um lado, o modo como colocamos em marcha nosso desejo de transformar o duvidoso em língua a cada nível, e de outro lado, a filosofia que temos, e a Ciência que temos, ou a tecnologia de que dispomos. Filosofia, Ciência e Tecnologia são funções do como como vemos o mundo e as coisas.
Michel Foucault (*) descreve uma descontinuidade epistemológica (uma alteração no modo como nos voltamos para o mundo para conhecer o que dizemos que conhecemos), e aponta com toda clareza diferentes jogos de ferramentas de pensamento ou estruturas conceituais, características de uma e de outra dessas epistemologias, de um e de outro lado desse evento. E aponta um período em nossa cultura ocidental, em que o pensamento esteve dominado por uma característica do período anterior.
A solução de questões trazidas à luz por essa nova maneira de conhecer (a nova epistemologia) não poderão ser resolvidas se correspondentes ciência e tecnologia não forem desenvolvidas também.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Pensamento conservador e progressista
Acompanhando o trabalho arqueológico de Michel Foucault em direção a essa classe especial de saberes, a esse conjunto de discursos chamado de ciências humanas, vê-se que em certo período consolidou-se um tipo de pensamento em cuja configuração a etapa de construção de novas representações foi incorporada. Antes disso, essa etapa de construção da representação nova ficava fora do escopo do pensamento, e depois disso essa etapa permaneceu definitivamente incorporada.
Para a configuração de pensamento que deixa fora do seu escopo de possibilidades a etapa de construção de novas representações a alternativa é conviver com tudo o que existe desde sempre e para sempre, tomando as coisas como pré-existentes e pertencentes ao Universo. Esse modo de pensar tem características de conservadorismo, enquanto aquela outra configuração do pensamento que inclui em seu escopo a geração de novas representações, as características de progressismo.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Panorama visto desde o meu posto de observação
É real hoje, aqui, agora, e entre nós, a percepção – feita por Foucault – do domínio/contaminação do pensamento – ‘com o qual queiramos ou não pensamos‘ – pela impossibilidade de fundar as sínteses (do pensamento sobre a empiricidade objeto da operação) no espaço da representação(*).
Esse tipo de pensamento dominante, aquele com a impossibilidade de fundar as sínteses, é ao mesmo tempo o tipo de pensamento que não inclui a operação de construção de novas representações. E a estrutura das operações sem essa etapa reforça essa impossibilidade. Nesse contexto modelos com e modelos sem essa impossibilidade são tratados como se variações sobre o mesmo tema fossem, e não produções do pensamento completamente diferentes.
Estamos projetando e usando hoje, modelos para operações e organizações, de produção e outras, com o pensamento de exatos dois séculos atrás.
Para que isso possa ser percebido pelo projetista de modelos em diversas áreas é necessário o rompimento das condições em que se dá essa contaminação e esse domínio de uma das configurações de pensamento sobre a outra, obliterando justamente aquela que corresponde a uma conquista humana no pensamento. Para que isso aconteça é necessário que seja atendido um requisito: a construção de um critério para identificação e comparação de modelos, e sua aplicação no caso presente.
Daqui de onde vejo as coisas, é unânime a visão das coisas em termos de processo. Ninguém fala de nada além de processos: mapeia-se processos, otimiza-se processos, etc. etc. o que quer que seja, mas sempre processos. Sem que nos demos conta de como sejam as diferentes estruturas das operações em que tais ‘processos’ ocupam posição operacional.
Michel Foucault pode fornecer os elementos necessários para a construção desse critério. Nossa intenção aqui é destacar em Foucault o que pode ser usado para o estabelecimento de uma relação pensamento – e sua aplicação na modelagem de operações em organizações.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
Cronologia do evento fundador da nossa modernidade no pensamento; linha de tempo com os períodos de contaminação do pensamento por configurações diferentes
Acoplamentos estruturais do sistema descrito no LD – o Explicar com Reformular; os internos e os externos
DIANTE e para ALÉM do objeto
Playground para projetistas de modelos: uma coleção com mais de duas dezenas de modelos existentes, para identificação dos conceitos apresentados.
Uma coleção com mais de duas dúzias de modelos (*) para descobrir com que tipo de pensamento foram convebidos:
se COM a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação; ou
se SEM a possibilidade de fundar essas sínteses do pensamento no espaço da representação
(*) Proposta de metodologia para o planejamento e implantação de manufatura integada por computador. de Bremer, C. F. – USP SC fev 1995; entre outras fontes.
Estruturas dos modelos, resultantes da utilização do referencial,dos princípios organizadores e dos métodos usados pelo pensamento, por segmento de modelos no espectro
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
Os modelos 5W2H, e o modelo de operações do Kanban comparados com o modelo proposto no LD da Figura 2: usos diferentes para as mesmas ideias ou elementos de imagem envolvidos na formulação da proposição
AQUÉM do objeto
DIANTE e para ALÉM do objeto
O exame dessas três figuras mostra que ideias, elementos de imagem, homônimos, podem ser usados de modo diferente em modelos feitos sob estruturas conceituais diferentes.
No modelo 5W e 2H no lado esquerdo acima, o destaque dado pelo losango em vermelho é nosso. Não estava na figura original. A figura é organizada por um sistema de categorias composto pelas 7 perguntas 5W2H
O modelo da produção do Kanban é sim-discriminativo com relação ao elemento componente do objeto da operação de produção, e é formulado como uma proposição instanciativa de um objeto previamente projetado, e portanto cuja representação foi anteriormente construída
O modelo de operações de construção de representação para empiricidade objeto (LD da figura) é feito calcado no Princípio Dual de Trabalho de David Ricardo; está evidenciada a formulação no formato de uma proposição. A origem de valor adotada está nas designações primitivas ( conjunto de operações de busca por origem, condições de possibilidade e de generalidade dentro de limites) e da linguagem de uso (o Repositório)
Sistema Formulador: desenvolvimento experimental que propõe atualização do modelo relacional de dados dos SDGP’s como o Microsoft Project 4.0
AQUÉM do objeto
para ALÉM do objeto
Dois modelos existentes: 1) LE, o SIPOC (FEPSC) do SixSigma; 2) LD e o Visão da PHD, da PHD Brasil; comparados com as visões Top-Down e Botton-Up.
AQUEM do objeto
Diferenças
DIANTE do objeto
Comparação do modelo SIPOC ou FEPSC – SixSigma(*) com o modelo Visão da PHD(**) do ponto de vista das estruturas respectivas. A animação central mostra o que falta – estruturalmente – ao SixSigma para ter a estrutura do modelo da direita.
(*) Gestão integrada de processos e da tecnologia da informação; capítulo Identificação, análise e melhoria de processos críticos Figura 3.1 Representação da FEPSC, de Roberto Gilioli Rotondaro Coordenadores: Fernando José Barbin Laurindo e Roberto Gilioli Rotondaro, Editora Atlas, jan/2006 (**) A Visão da PHD, da empresa PHD Brasil
O mapa das operações de produção do Kanban
ANTES de 1775 verbo como Processo
DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção
“A única coisa que o verbo afirma é a coexistência de duas representações; por exemplo a do verde e da árvore, a do homem e da existência ou da morte. É por isso que o tempo dos verbos não indica aquele em que as coisas aconteceram no absoluto, mas um sistema relativo de anterioridade ou simultaneidade das coisas entre si.” (*)
“O limiar da linguagem está onde surge o verbo. É preciso portanto tratar esse verbo como um ser misto, ao mesmo tempo palavra entre palavras, preso às mesmas regras de regência e de concordância; e depois, em recuo em relação a elas todas, numa região que não é aquela do falado mas aquela donde se fala. Ele está na orla do discurso, na juntura entre aquilo que é dito e aquilo que se diz; exatamente lá onde os signos estão em via de se tornar linguagem.(*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo IV – Falar: III. A teoria do verbo
Os dois conceitos para o que seja um verbo: verbo Processo e verbo Forma de produção
ANTES de 1775 verbo como Processo
DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção
“A única coisa que o verbo afirma é a coexistência de duas representações; por exemplo a do verde e da árvore, a do homem e da existência ou da morte. É por isso que o tempo dos verbos não indica aquele em que as coisas aconteceram no absoluto, mas um sistema relativo de anterioridade ou simultaneidade das coisas entre si.” (*)
“O limiar da linguagem está onde surge o verbo. É preciso portanto tratar esse verbo como um ser misto, ao mesmo tempo palavra entre palavras, preso às mesmas regras de regência e de concordância; e depois, em recuo em relação a elas todas, numa região que não é aquela do falado mas aquela donde se fala. Ele está na orla do discurso, na juntura entre aquilo que é dito e aquilo que se diz; exatamente lá onde os signos estão em via de se tornar linguagem.(*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo IV – Falar: III. A teoria do verbo
Dois conceitos para o que seja Classificar, comparados
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Elementos centrais nos pensamentos clássico (processo) e moderno (forma de produção)
Em um pensamento mágico sobre a produção – nos moldes ‘varinha mágica de condão’ – é possível desejar algo e, sem mais qualquer providência, vê-lo surgir à nossa frente depois do Plin!!!
Num ambiente de produção real, porém, nada é produzido sem um instrumento (laboratório piloto, fábrica) com o qual instanciar esse objeto na realidade. A estrutura SSS é isso: a modelagem das operações de produção do objeto desejado juntamente com as operações de produção do objeto – distinto deste – laboratório piloto, ou fábrica, subindo um nível estrutural e impondo como elemento central o Nexo da produção
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Capítulo IV – Falar; tópico II. Gramática geral Capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; I. As novas empiricidades
Espaços gerais do saber em cada segmento do espectro
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
Espaço geral do saber clássico, antes de 1775.
Espaço geral do saber moderno, depois de 1825.
Espaço interior do Triedro dos saberes
As mudanças nas configurações do pensamento promoveram reposicionamentos das positividades umas em relação às outras, resultando em três espaços gerais do saber.(*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Capítulo III – Representar; tópico VI. Mathésis e Taxinomia; Capítulo X – As ciências humanas; tópico I – O triedro dos saberes; de Michel Foucault
Tempo em cada um das faixas do espectro e para cada uma das etapas das operações
AQUEM
DIANTE
para ALÉM
Existe K
Tempo LE da figura, sob o pensamento clássico
Não existe K
Tempo LD da figura, pensamento moderno Construção
Existe K
Tempo LD da figura, pensamento moderno Instanciamento
Tempo em cada um dos segmentos do espectro muda:
aquém do objeto, na estrutura input-output sob o pensamento clássico, temos um tempo relativo, ou um tempo calendário, cujo deus é Chronos;
diante do objeto mas no caminho da Construção da representação, sob o pensamento filosófico moderno, temos um tempo absoluto, um tempo não-calendário, cujo deus é Kairós;
e ainda diante, e também além do objeto, tempos um tempo que volta a ser relativo, calendário, e a soberania volta a ser a de Chronos.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Espaço dado ao homem – ‘naquilo que ele tem de empírico’ – na estrutura dos modelos de operações
AQUÉM
DIANTE e para ALÉM
“Antes do fim do século XVIII, o homem não existia. (…) Sem dúvida, as ciências naturais trataram do homem como de uma espécie ou de um gênero.”
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Cap. IX – O homem e seus duplos; tópico II. O lugar do rei
‘Na medida, porém, em que as coisas giram sobre si mesmas, reclamando para seu devir não mais que o princípio de sua inteligibilidade e abandonando o espaço da representação, o homem, por seu turno, entra e pela primeira vez, no campo do saber ocidental’ (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; Prefácio
O modo de ser do homem, tal como se constituiu no pensamento moderno, permite-lhe desempenhar dois papéis: está, ao mesmo tempo,
no fundamento de todas as positividades.
presente, de uma forma que não se pode sequer dizer privilegiada, no elemento das coisas empíricas.
As palavras e as cisas: uma arqueologia das cências humanas, Cap. X – As ciências himanas; I. O triedro dos saberes.
Desenvolvimento das operações por segmento do espectro de modelos
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
no sistema Input-Output; usando uma ordem arbitrariamente escolhida;
e com propriedades não-originais e não-constitutivas das coisas, as chamadas ‘aparências’;
No sistema correspondente ao que Foucault chama de ‘essa maneira moderna de conhecer empiricidades’, que tem como elemento construtivo padrão fundamental a proposição, da qual herda as categorias de ideias ou elementos de imagem de primeiro nível;
e com propriedades sim-originais e sim-constitutivas daquilo que se constitui na existência em decorrência das operações.
No sistema formulado no campo das ciências humanas, com modelos constituintes compostos por uma combinação dos modelos constituintes das ciências que integram a região epistemológica fundamental, as ciências da Vida, do Trabalho e da Linguagem.
Nexo da operação.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Imaginação e Conceituação – funções humanas reversíveis: Imagens tradicionais e Imagens técnicas
Antes do objeto
Diante do objeto
para Além do objeto
Imagens tradicionais construídas por um humano
Imagens técnicas, aquelas produzidas por aparelhos
Classes de abstrações que usamos para construir essas imagens
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia Vilém Flusser
Modelos constituintes de modelos em cada uma das faixas desse espectro
Posição relativa modelo de operações – sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
não há modelos constituintes nesse segmento do espectro, já que pelos pressupostos adotados (Universo, realidade única) nada é constituído na existência em decorrência das operações feitas
modelo constituinte composto pelo par constituinte correspondente ao campo em que o modelo é formulado, tomados isoladamente em cada área:
Vida (Biologia) – [função-norma]
Trabalho (Economia) – [conflito-regra]
Linguagem (Filologia) – [significação-sistema]
campo das Ciências Humanas com modelos constituintes formados por uma combinação ponderada dos três pares constituintes da Vida, do Trabalho e da Linguagem tomados todos simultaneamente em conjunto em cada modelo, dada ênfase a uma das áreas das ciências pertencentes à região epistemológica fundamental.
O espectro de modelos segundo essa possibilidade de sim-fundar, ou não-fundar, as sínteses no espaço da representação: Aquém, Diante e para Além do objeto – estes os segmentos do espectro de modelos de visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t
O modo como Foucault descreve o problema que encontrou em seu trabalho pode ser mapeado em um espectro de modelos agrupados segundo os dois fatores por ele percebidos: fator 1, com duas regiões quanto à fundação das sínteses na representação e com três regiões quanto à posição relativa ao objeto e ao sujeito:
Espectro de modelos de operações de pensamento com três segmentos
Impossibilidade
Possibilidade
Possibilidade
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
do objeto e do sujeito
do objeto e do sujeito
do objeto e do sujeito
Fator 1 – o domínio/contaminação do pensamento com o uso simultâneo de configurações de pensamento
com a impossibilidade
e também com a possibilidade,
de fundar as sínteses da representação da empiricidade objeto, no espaço da representação’; com duas regiões em um espectro de modelos:
Fator 2 – dar conta da obrigação correlativa (…) de abrir o campo transcendental da subjetividade constituindo, para além do objeto, os “quase-transcendentais”
com as seguintes regiões no espectro de modelos:
1. região do espectro: ‘Aquém do objeto’ (na impossibilidade);
2. região do espectro: ‘Diante do objeto’ (na possibilidade)
da Vida, (Biologia) par constituinte função-norma
do Trabalho, (Economia) par conflito-regra
e da Linguagem. (Filologia) par significação-sistema
3. região do espectro: ‘para Além do objeto’, (na possibilidade) e no campo das ciências humanas, no espaço interior do triedro dos saberes.
outra região no espectro de modelos, com modelo constituinte único composto dos três pares constituintes das três regiões epistemológicas fundamentais
A pedra de tropeço no caminho de Michel Foucault
Os caminhos (e alterações de rota) de Humberto Maturana
“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado
pela impossibilidade, trazida à luz por volta do fim do século XVIII, de fundar as sínteses [da empiricidade objeto do pensamento] no espaço da representação;
e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma, de abrir o campo transcendental da subjetividade e de constituir inversamente, para além do objeto, esses “quase-transcendentais” que são para nós a Vida, o Trabalho, e a Linguagem.” (*)
“Substituir
a noção de input-output
pela de acoplamento estrutural
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação. (…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Funcionamento do pensamento em cada um dos segmentos desse espectro de modelos de operações
Aquém
Diante
para Além
Operacionalização das operações de pensamento, de produção, de ensino etc. em cada segmento do espectro de modelos
operação de transformação de Entradas em Saídas sob a estrutura Input-Output, no pensamento clássico, o de antes de 1775
operação de Conversão do Impensado em representação no domínio em que a operação ocorre
operação de disponibilização no ambiente/domínio de representação pré-existente no repositório de proposições explicativas da experiência formuladas de acordo com as regras da linguagem.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
Funcionamento das Operações de Pensamento segundo o modo de ser do pensamento clássico e moderno
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Um Convite e a Questão.
Veja o mundo e as coisas desde um ponto de vista novo
Eventos históricos que assinalaram alterações no modo de ver o mundo e as coisas
A descontinuidade epistemológica entre 1775 e 1825, ocorrida no pensamento em nossa cultura
A SIM-possibilidade e a NÃO-possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação
Fundar as sínteses (do objeto) no espaço da representação é incluir nos modelos de operações do pensamento dois movimentos do próprio pensamento, na linguagem:
– o designar – estabelecer relações com a estrutura do objeto;
– o julgar – estabelecer relações com a verdade do objeto;
Exemplos de modelos existentes COM e SEM essa possibilidade de fundar as sínteses do objeto no espaço da representação
Divergências de interpretação entre o conceito teórico proposto e a representação proposta pela imagem feita para esse conceito
”
Uma revisão da figura representativa do conceito de processo de desenvolvimento de um software com a linguagem UML
O modelo FEPSC/SIPOC SixSigma
O modelo descritivo da produção do Kanban
A figura 7.1 – Mapa da atividade semicondutores da Texas Instruments editada e comentada
A Figura 7.1 – Mapa da atividade semicondutores, simetrizada
Visão SSS – Simétrica, Simbiótica e Sinérgica
popup funcionamento
Funcionamento das Operações de Pensamento
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A pedra de tropeço no caminho de Michel Foucault
Os caminhos (e alterações de rota) de Humberto Maturana
“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado
pela impossibilidade, trazida à luz por volta do fim do século XVIII, de fundar as sínteses [da empiricidade objeto do pensamento] no espaço da representação;
e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma, de abrir o campo transcendental da subjetividade e de constituir inversamente, para além do objeto, esses “quase-transcendentais” que são para nós a Vida, o Trabalho, e a Linguagem.” (*)
“Substituir
a noção de input-output
pela de acoplamento estrutural
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação. (…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades (**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
O modelo da Reengenharia: a Figura 7.1 – Mapa a atividade semicondutores da Texas Instruments
Verbo no pensamento moderno, Forma de produção
Verbo no pensamento clássico, Processo
ANTES do objeto
Pensamento clássico, antes de 1775, Classificar é referir o visível a si mesmo
DIANTE e para ALÉM do objeto
Pensamento moderno, depois de 1825, Classificar é referir o visível ao invisível, e depois…
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
Modo de usar
Passando seu mouse sobre cada número de tópico na matriz, abre-se uma página resumo de previsão do tópico. Clicando no número de tópico você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. Se clicar sobre o título do tópico na página de destino, você voltará à matriz de tópicos.
5W2H
ECA do pensamento clássico
Quadro clássico
ARVE error: The [[arve]] shortcode needs one of this attributes av1mp4, mp4, m4v, webm, ogv, url
Paleta de ideias ou elementos de imagem presentes na configuração de pensamento clássico
Este trabalho é baseado em imagens e videos (animações). Fazemos um exercício de entendimento de imagens tradicionais e imagens técnicas e o percurso reversível, ida e volta, desde ocorrências no espaço-tempo até os textos com os conceitos a elas referidos.
Há muito pouco texto para ler; na maioria dos casos das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente na área de mensagens.
A ideia básica é:
reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos, nos textos que usamos, sejam eles de filósofos, pensadores, modelistas experientes autores de modelos de larga utilização nas chamadas áreas técnicas;
e relacionar essas imagens àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as respectivas visões das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t, como as operações de produção, por exemplo.
Este trabalho procura dar elementos para identificarmos a paleta de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas imagens ou figuras, com as relações necessárias entre essas ideias – ou elementos de imagem -, para que as relações
texto ↔ imagem ↔ visão
se estabeleçam.
Passando seu mouse sobre cada número de item de um tópico na matriz ou em uma linha de itens, abre-se uma página popup de resumo. Clicando no número do item, no lado esquerdo do cabeçalho dessa página de resumo, você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. O menu vertical no lado direito da tela é uma videoteca.
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