Capítulo IV – Falar; tópico VII. O quadrilátero da linguagem Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. nos Séculos XVII e XVIII Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. no Século XIX Algumas observações para terminar. As quatro teorias…
Capítulo IV. Falar; tópico VI. A derivação Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. nos Séculos XVII e XVIII Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. no Século XIX Como ocorre que as palavras que, em sua essência primeira…
Capítulo IV. Falar; tópico V. A designação Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. nos Séculos XVII e XVIII Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. no Século XIX E, contudo, a teoria da “nomeação generalizada” descobre no extremo…
Capítulo IV. Falar; tópico IV. A articulação Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. nos Séculos XVII e XVIII Os 4 momentos que fixam as funções essenciais da linguagem atribuição, articulação, designação e derivação. no Século XIX O verbo ser, misto de atribuição e de afirmação, cruzamento…
Capítulo IV. Falar; tópico III. A teoria do verbo A proposição é para a linguagem o que a representação é para o pensamento: sua forma, ao mesmo tempo mais geral e mais elementar,porquanto, desde que a decomponhamos,não reencontraremos mais o discurso,mas seus elementos como tantos materiais dispersos. Abaixo da proposição, por certo, encontram-se palavras, mas não…
Capítulo IV. Falar; tópico II. A gramática geral Uma vez elidida a existência da linguagem, subsiste na representação apenas seu funcionamento: sua natureza e suas virtudes de discurso. Este não é mais do que a própria representação, ela mesma representada por signos verbais. Mas qual é, pois, a particularidade desses signos, e esse estranho poder…
Capítulo IV. Falar; tópico I. Crítica e comentário A existência da linguagem na idade clássica é a um tempo soberana e discreta. Soberana, pois que as palavras receberam a tarefa e o poder de “representar o pensamento”. Mas representar não quer dizer aqui traduzir, dar uma versão visível, fabricar um duplo material que possa, na…
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O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
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