Faço aqui um convite para compartilharmos o entendimento de modelos de operações e organizações Vamos precisar de um certo tipo de atitude um convite a baixarmos nossos pressupostos e adotarmos uma posição mais receptiva Instaura-se uma certa Forma de reflexão que se instaura em nossa cultura; modelos de operações e de organizações projetados e construídos…
Antes de ver estas animações, veja: os dois princípios de trabalho, o de Adam Smith, de 1776 e o de David Ricardo, de 1817; comparação entre esses dois princípios, segundo Michel Foucault; diferenças entre esses dois princípios: o de Adam Smith, de 1776, e o de David Ricardo, de 1817; a importância de David Ricardo…
Funcionamento das operações para cada configuração do pensamento e segmento do espectro de modelos operações simplificadas Aquém do objeto Operação de pensamento no período clássico, antes de 1775; simplificada Diante do objeto Operação de pensamento no período moderno, depois de 1825, no caminho da Construção da representação:‘modo de ser fundamental’ sim, muda; simplificada Além do…
Propriedades emergentes em cada modelo de operações e elementos de imagem principais Propriedade emergente do modelo de operações no pensamento clássico, o de antes de 1775no interior do Circuito das trocas (Mercado) Modelo de operação clássico sobre o sistema Input-Outputpropriedade emergente Fluxo Ideias importantes nesse modelo clássico formulação da operação é reversível até o desencadeamento…
A forma de reflexão que se instaura com a DE(1775-1825) que inspira o princípio dual de trabalho de David Ricardo, de 1817 A Forma de reflexão que se instaura no depois da descontinuidade epistemológica de 1775-1825 O princípio dual de trabalho de David Ricardo, de 1817 Instaura-se uma forma de reflexãobastante afastada do cartesianismo e…
A descontinuidade epistemológica de 1775-1825 Michel Foucault1926-1984 “E foi realmente necessário um acontecimento fundamental – um dos mais radicais, sem dúvida, que ocorreram na cultura ocidental, para que se desfizesse a positividade do saber clássico e se constituísse uma positividade de que, por certo, não saímos inteiramente.” As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;…
O tipo de reflexão que se instaura em nossa cultura “Instaura-se uma forma de reflexão, bastante afastada do cartesianismo e da análise kantiana, em que está em questão, pela primeira vez, o ser do homem, nessa dimensão segundo a qual o pensamento se dirige ao impensado e com ele se articula.” As palavras e as…
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O que é este trabalho? Modo de usar.
O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
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