Reflexões imaginativas no espaço-tempo das Permanências, e também dos Fluxos com a licença de Augusto de Franco pelo enxerto (quase paráfrase) feito sobre o título de um de seus trabalhos. O espírito com que estou escrevendoe pistas sugestivas de espaço para mudanças Sabe qual é o problema?Ponto de vistaOpções de condutasO seu verso Dom Quixote,…
Anexo ao e-mail dirigido a Morris Kachani O que exatamente Foucault via quanto a modos distintos de absorver o mundo, tais como descritos na Cartilha (o ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’) Em nenhum momento Foucault solicita ao seu leitor que faça um ato de fé no que ele diz. Foucault…
Psicanálise e etnologia “A psicanálise, com efeito, mantém-se o mais próximo possível desta função crítica acerca da qual se viu que era interior a todas as ciências humanas. Dando-se por tarefa fazer falar através da consciência o discurso do inconsciente, a psicanálise avança na direção desta região fundamental onde se travam as relações entre a representação e…
Espírito com que lhes escrevo Escrevo-lhes tendo em mente duas cenas do filme ‘A sociedade dos poetas mortos’, que gostaria que revissem. e por falar em poetas – os mortos e os vivos, acho importante lembrar ‘O louco e o poeta’, este um excerto encontrado no ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências…
As diferenças entre os dois princípios de trabalho: o de Adam Smith, de 1776 e o de David Ricardo, de 1817; e a importância da análise de David Ricardo Comparações entre os dois princípios de trabalho, e a importância do princípio de trabalho de David Ricardo segundo Michel Comparação, feita por Michel Foucault, entre os…
Carta ao site ‘Inconsciente coletivo’ O prefácio do ‘As palavras e as coisas’ Desde o Prefácio do ‘As palavras e as coisas’ Foucault nos oferece dois momentos muito ricos: · O primeiro momento é a visão, extraída de um excerto do livro, de como ele via o papel que ocupa o estudo em estilo de…
Insistindo com Christian, com 4 citações de Foucault Insisto em que leia o comentário que fiz sobre os objetos dos temas abordados nos vídeos Falando nisso 150 e 254, buscando estabelecer entre eles um paralelo. Faço isso antes de tudo pelo seu trabalho, pela sua capacidade de comunicação com as pessoas, pela seriedade que todo…
Discussão relacionada aos vídeos Falando nisso 150 e 254 Michel Foucault em ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’ posiciona produções de pensamento baseadas na representação e desde fora dela de lados opostos com relação a uma descontinuidade epistemológica descrita por ele como tendo ocorrido entre os anos de 1775 e 1825…
Carta aos Professores Christian Dunker e Vladimir Safatle Links para algumas páginas do ‘Projeto Formulador’ Os dois obstáculos, as duas pedras de tropeço, encontrados por Michel Foucault em seu trabalho no ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’ e o espectro de modelos traçado a partir desse entendimento. O fenômeno da operação…
Carta aos Professores Christian Dunker e Vladimir Safatle coordenadores do Latesfip – Laboratório de Teorias sociais, Filosofia e Psicanálise da USP Prezados Professores Com a intenção de contribuir para o debate da forma o mais fundamentada que posso, coloco em foco dois pontos tomados em dois vídeos do canal Falando nisso: no vídeo Falando nisso…
título interno
[elementor-template id="14426"]
O que é este trabalho? Modo de usar.
O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
Modo de usar
Passando seu mouse sobre cada número de tópico na matriz, abre-se uma página resumo de previsão do tópico. Clicando no número de tópico você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. Se clicar sobre o título do tópico na página de destino, você voltará à matriz de tópicos.