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“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo;
Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela
1 – A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas
2 – A imagem que Michel Foucault tinha na cabeça ao escrever o ‘As palavras e as coisas
3 – dez (10) pontos selecionados no texto do livro e ilustrados para contextualizar o Prefácio com o restante do livro
4 – Exemplos de modelos antológicos, muito usados hoje em dia, concebidos sob entendimentos (epistémês) muito diferentes
5 – As duas dificuldades – os dois obstáculos – enfrentados por Michel Foucault no desenvolvimento desse livro



| ANTES de 1775 verbo como Processo | DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção |


(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo
1 – A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas
2 – A imagem que Michel Foucault tinha na cabeça ao escrever o ‘As palavras e as coisas
3 – dez (10) pontos selecionados no texto do livro e ilustrados para contextualizar o Prefácio com o restante do livro
4 – Exemplos de modelos antológicos, muito usados hoje em dia, concebidos sob entendimentos (epistémês) muito diferentes
5 – As duas dificuldades – os dois obstáculos – enfrentados por Michel Foucault no desenvolvimento desse livro




“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| ANTES de 1775 verbo como Processo | DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção |


(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo



Antes do objeto 35046_1ded2c-74> | Diante do objeto 35046_24e1b4-e6> | para Além do objeto 35046_f5c5d0-2a> |
![]() Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes 35046_64550a-bf> | ![]() Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório 35046_ffae76-7c> | ![]() Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório 35046_b547ba-c7> |
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico: I. As novas empiricidades



Antes do objeto 35015_afa407-c4> | Diante do objeto 35015_b11418-4d> | para Além do objeto 35015_47720c-95> |
![]() Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes 35015_ae0e1b-a6> | ![]() Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório 35015_d9c0a1-34> | ![]() Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório 35015_c604ff-57> |
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico: I. As novas empiricidades





Posição relativa do par sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE e para ALÉM
história como sucessão de fatos
tais como vão se sucedendo
história como alterações
no ‘modo de ser fundamental’ das empiricidades


(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




Duas visões, duas leituras do fenômeno ‘operações’; sob o pensamento clássico, o de antes de 1775 (seta amarela) e sob o pensamento moderno, o de depois da Descontinuidade Epistemoógica posicionada por Michel Foucault entre os anos de 1775 e 1825 (seta vetmelha), com duas amplitudes – duas abrangências dos fenômenos, muito diferentes.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




Usando o pensamento de Vilém Flusser:
Descontinuidades epistemológicas refletem conquistas humanas no pensamento e são aprimoramentos na maneira que usamos para conhecer. Há portanto uma relação entre, de um lado, o modo como colocamos em marcha nosso desejo de transformar o duvidoso em língua a cada nível, e de outro lado, a filosofia que temos, e a Ciência que temos, ou a tecnologia de que dispomos. Filosofia, Ciência e Tecnologia são funções do como como vemos o mundo e as coisas.
Michel Foucault (*) descreve uma descontinuidade epistemológica (uma alteração no modo como nos voltamos para o mundo para conhecer o que dizemos que conhecemos), e aponta com toda clareza diferentes jogos de ferramentas de pensamento ou estruturas conceituais, características de uma e de outra dessas epistemologias, de um e de outro lado desse evento. E aponta um período em nossa cultura ocidental, em que o pensamento esteve dominado por uma característica do período anterior.
A solução de questões trazidas à luz por essa nova maneira de conhecer (a nova epistemologia) não poderão ser resolvidas se correspondentes ciência e tecnologia não forem desenvolvidas também.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



Acompanhando o trabalho arqueológico de Michel Foucault em direção a essa classe especial de saberes, a esse conjunto de discursos chamado de ciências humanas, vê-se que em certo período consolidou-se um tipo de pensamento em cuja configuração a etapa de construção de novas representações foi incorporada. Antes disso, essa etapa de construção da representação nova ficava fora do escopo do pensamento, e depois disso essa etapa permaneceu definitivamente incorporada.
Para a configuração de pensamento que deixa fora do seu escopo de possibilidades a etapa de construção de novas representações a alternativa é conviver com tudo o que existe desde sempre e para sempre, tomando as coisas como pré-existentes e pertencentes ao Universo. Esse modo de pensar tem características de conservadorismo, enquanto aquela outra configuração do pensamento que inclui em seu escopo a geração de novas representações, as características de progressismo.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



É real hoje, aqui, agora, e entre nós, a percepção – feita por Foucault – do domínio/contaminação do pensamento – ‘com o qual queiramos ou não pensamos‘ – pela impossibilidade de fundar as sínteses (do pensamento sobre a empiricidade objeto da operação) no espaço da representação(*).
Esse tipo de pensamento dominante, aquele com a impossibilidade de fundar as sínteses, é ao mesmo tempo o tipo de pensamento que não inclui a operação de construção de novas representações. E a estrutura das operações sem essa etapa reforça essa impossibilidade. Nesse contexto modelos com e modelos sem essa impossibilidade são tratados como se variações sobre o mesmo tema fossem, e não produções do pensamento completamente diferentes.
Estamos projetando e usando hoje, modelos para operações e organizações, de produção e outras, com o pensamento de exatos dois séculos atrás.
Para que isso possa ser percebido pelo projetista de modelos em diversas áreas é necessário o rompimento das condições em que se dá essa contaminação e esse domínio de uma das configurações de pensamento sobre a outra, obliterando justamente aquela que corresponde a uma conquista humana no pensamento. Para que isso aconteça é necessário que seja atendido um requisito: a construção de um critério para identificação e comparação de modelos, e sua aplicação no caso presente.
Daqui de onde vejo as coisas, é unânime a visão das coisas em termos de processo. Ninguém fala de nada além de processos: mapeia-se processos, otimiza-se processos, etc. etc. o que quer que seja, mas sempre processos. Sem que nos demos conta de como sejam as diferentes estruturas das operações em que tais ‘processos’ ocupam posição operacional.
Michel Foucault pode fornecer os elementos necessários para a construção desse critério. Nossa intenção aqui é destacar em Foucault o que pode ser usado para o estabelecimento de uma relação pensamento – e sua aplicação na modelagem de operações em organizações.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico:
I. As novas empiricidades



Uma coleção com mais de duas dúzias de modelos (*) para descobrir com que tipo de pensamento foram convebidos:




















(*) Proposta de metodologia para o planejamento e implantação de manufatura integada por computador.
de Bremer, C. F. – USP SC fev 1995; entre outras fontes.




“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| AQUEM do objeto | Diferenças | DIANTE do objeto |



Comparação do modelo SIPOC ou FEPSC – SixSigma(*) com o modelo Visão da PHD(**) do ponto de vista das estruturas respectivas.
A animação central mostra o que falta – estruturalmente – ao SixSigma para ter a estrutura do modelo da direita.



AQUÉM do objeto
DIANTE e para ALÉM do objeto



O exame dessas três figuras mostra que ideias, elementos de imagem, homônimos, podem ser usados de modo diferente em modelos feitos sob estruturas conceituais diferentes.
No modelo 5W e 2H no lado esquerdo acima, o destaque dado pelo losango em vermelho é nosso. Não estava na figura original. A figura é organizada por um sistema de categorias composto pelas 7 perguntas 5W2H
O modelo da produção do Kanban é sim-discriminativo com relação ao elemento componente do objeto da operação de produção, e é formulado como uma proposição instanciativa de um objeto previamente projetado, e portanto cuja representação foi anteriormente construída
O modelo de operações de construção de representação para empiricidade objeto (LD da figura) é feito calcado no Princípio Dual de Trabalho de David Ricardo; está evidenciada a formulação no formato de uma proposição. A origem de valor adotada está nas designações primitivas ( conjunto de operações de busca por origem, condições de possibilidade e de generalidade dentro de limites) e da linguagem de uso (o Repositório)



| DIANTE do objeto |



As duas animações acima bem como o depoimento de Ilya Prigogine – a nosso ver – apenas mostram que tanto John Dewey na sua visão [homem] [experiência] e [natureza] juntos; quanto Ilya Prigogine na sua visão do que seja caos na ciência moderna, estão pensando com uma configuração de pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação (introduzindo uma irreversibilidade no ambiente e domínio no qual a operação acontece alterando a constituição da linguagem, o que não era comum para a ciência clássica, toda reversível.




“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| ANTES de 1775 verbo como Processo | DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção |


(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo




(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| AQUÉM do objeto Adam Smith, 1776 | DIANTE e para ALÉM do objeto David Ricardo, de 1817 |


As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
(*) Capítulo VII – Os limites da representação;
tópico II. A medida do trabalho;
As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
(**) Capítulo VIII- Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico II. Ricardo





Em um pensamento mágico sobre a produção – nos moldes ‘varinha mágica de condão’ – é possível desejar algo e, sem mais qualquer providência, vê-lo surgir à nossa frente depois do Plin!!!
Num ambiente de produção real, porém, nada é produzido sem um instrumento (laboratório piloto, fábrica) com o qual instanciar esse objeto na realidade. A estrutura SSS é isso: a modelagem das operações de produção do objeto desejado juntamente com as operações de produção do objeto – distinto deste – laboratório piloto, ou fábrica, subindo um nível estrutural e impondo como elemento central o Nexo da produção
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo IV – Falar; tópico II. Gramática geral
Capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; I. As novas empiricidades



| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |



| Espaço geral do saber clássico, antes de 1775. | Espaço geral do saber moderno, depois de 1825. | Espaço interior do Triedro dos saberes |
As mudanças nas configurações do pensamento promoveram reposicionamentos das positividades umas em relação às outras, resultando em três espaços gerais do saber.(*)
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo III – Representar; tópico VI. Mathésis e Taxinomia;
Capítulo X – As ciências humanas; tópico I – O triedro dos saberes;
de Michel Foucault



| AQUEM | DIANTE | para ALÉM |



| tempo no LE da figura, em qualquer operação sob a estrutura Input-Output (Chronos) | tempo LD da figura, no caminho da Construção de representação nova (Kairós) | tempo LD da figura, no caminho do Instanciamento de representação anteriormente construída (Chronos) |
Tempo em cada um dos segmentos do espectro muda:
aquém do objeto, na estrutura input-output sob o pensamento clássico, temos um tempo relativo, ou um tempo calendário, cujo deus é Chronos;
diante do objeto mas no caminho da Construção da representação, sob o pensamento filosófico moderno, temos um tempo absoluto, um tempo não-calendário, cujo deus é Kairós;
e ainda diante, e também além do objeto, tempos um tempo que volta a ser relativo, calendário, e a soberania volta a ser a de Chronos.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| AQUÉM | DIANTE e para ALÉM |


As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Cap. IX – O homem e seus duplos; tópico II. O lugar do rei
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Prefácio
As palavras e as cisas:
uma arqueologia das cências humanas,
Cap. X – As ciências himanas; I. O triedro dos saberes.



| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| Aquém | Diante | para Além |



Operacionalização das operações de pensamento, de produção, de ensino etc. em cada segmento do espectro de modelos
operação de transformação de Entradas em Saídas sob a estrutura Input-Output, no pensamento clássico, o de antes de 1775
operação de Conversão do Impensado em representação no domínio em que a operação ocorre
operação de disponibilização no ambiente/domínio de representação pré-existente no repositório de proposições explicativas da experiência formuladas de acordo com as regras da linguagem.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela






| Pensamento clássico | Pensamento moderno | |
| Referencial | Ordem pela ordem | Utopia do impensado |
| Princípios organizadores | Caráter e Similitude | Analogia e Sucessão |
| Métodos | Identidade e Semelhança | Análise e Síntese |
‘Assim, estes três pares,
função-norma,
conflito-regra,
significação-sistema,
cobrem, por completo,
o domínio inteiro
do conhecimento do homem.'(*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo X – As ciências humanas; tópico: III. Os três modelos



Imaginação e Conceituação – funções humanas reversíveis:
Imagens tradicionais e Imagens técnicas
Antes do objeto 34674_3e00e3-a4> | Diante do objeto 34674_383707-a0> | para Além do objeto 34674_a66d12-5b> |
![]() Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes 34674_88223a-65> | ![]() Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório 34674_5450da-c8> | ![]() Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório 34674_f7dffc-61> |
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo IV – Falar;
tópico: III. A teoria dos verbos




“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



Modelos constituintes de modelos
em cada uma das faixas desse espectro
Posição relativa modelo de operações – sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
não há modelos constituintes nesse segmento do espectro, já que pelos pressupostos adotados (Universo, realidade única) nada é constituído na existência em decorrência das operações feitas
modelo constituinte composto pelo par constituinte correspondente ao campo em que o modelo é formulado, tomados isoladamente em cada área:
campo das Ciências Humanas com modelos constituintes formados por uma combinação ponderada dos três pares constituintes da Vida, do Trabalho e da Linguagem tomados todos simultaneamente em conjunto em cada modelo, dada ênfase a uma das áreas das ciências pertencentes à região epistemológica fundamental.



O espectro de modelos segundo essa possibilidade de sim-fundar, ou não-fundar,
as sínteses no espaço da representação: Aquém, Diante e para Além do objeto
– estes os segmentos do espectro de modelos de visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t
O modo como Foucault descreve o problema que encontrou em seu trabalho pode ser mapeado em um espectro de modelos agrupados segundo os dois fatores por ele percebidos: fator 1, com duas regiões quanto à fundação das sínteses na representação e com três regiões quanto à posição relativa ao objeto e ao sujeito:
| Impossibilidade | Possibilidade | Possibilidade |
| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |
| do objeto e do sujeito | do objeto e do sujeito | do objeto e do sujeito |
Fator 1 – o domínio/contaminação do pensamento com o uso simultâneo de configurações de pensamento
de fundar as sínteses da representação da empiricidade objeto, no espaço da representação’; com duas regiões em um espectro de modelos:
Fator 2 – dar conta da obrigação correlativa (…) de abrir o campo transcendental da subjetividade constituindo, para além do objeto, os “quase-transcendentais”
com as seguintes regiões no espectro de modelos:
1. região do espectro: ‘Aquém do objeto’ (na impossibilidade);
2. região do espectro: ‘Diante do objeto’ (na possibilidade)
3. região do espectro: ‘para Além do objeto’, (na possibilidade) e no campo das ciências humanas, no espaço interior do triedro dos saberes.
outra região no espectro de modelos, com modelo constituinte único composto dos três pares constituintes das três regiões epistemológicas fundamentais


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“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo;
Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela