Funcionamento das operações em função do entendimento (episteme) adotado em cada segmento do espectro de modelos
3.1.1 operação no pensamento clássico, antes de 1775
3.1.2.1 operação no pensamento moderno, depois de 1825 caminho da Construção da representação
3.1.2.2 operação no pensamento moderno, depois de 1825 caminho do Instanciamento da representação
3.2.1 o tempo em operação no pensamento clássico, antes de 1775
3.2.2.1 tempo em operação no pensamento moderno, no caminho da Construção da representação depois de 1825
3.2.2.2 tempo em operação no pensamento moderno, no caminho da Instanciamento da representação depois de 1825
3.3.2.1 a sintaxe que autoriza a construção das frases
3.3.2.2 a sintaxe que autoriza a manter juntas as palavras e as coisas
3.4 os dois papéis do homem, duas ideias diferentes com elementos de imagem distintos e integrados à estrutura do modelo de operação
3.5.2.1 visão global das operações no caminho da Construção da representação
3.5.2.2 visão global das operações no caminho do Instanciamento da representação
3.6 os dois conceitos para o que seja 'Classificar'
3.7.2 princípios organizadores do pensamento Analogia e Sucessão LD da figura
3.7.3 a forma de reflexão que se instaura em nossa cultura ocidental depois da descontinuidade epistemológica de 1775-1825
3.8.1 segmento do espectro com modelos AQUÉM do objeto
3.8.2 segmento do espectro com modelos DIANTE do objeto
3.8.3 segmento do espectro com modelos para ALÉM do objeto
título interno
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O que é este trabalho? Modo de usar.
O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
Modo de usar
Passando seu mouse sobre cada número de tópico na matriz, abre-se uma página resumo de previsão do tópico. Clicando no número de tópico você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. Se clicar sobre o título do tópico na página de destino, você voltará à matriz de tópicos.