A figura 2 – Diagrama ontológico, do capítulo Reflexões epistemológicas do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana de Humberto Maturana que é a mesma Figura 2 – O Explicar e a Experiência, do capítulo Linguagem, Emoções e Ética nos afazeres políticos do livro Emoções e linguagem na educação e na política
Caos na ciência moderna é um tipo de ordem, segundo Ilya Prigogine e portanto deve ter um tipo de estrutura para que possa levar a um significado Art meets Science & Spirituality in a changing economyEstrutura para o conceito 'Caos' Dalai Lama, David Bohm Ilya Prigogine, John Cage From fragmentation to wholeness Rupert Sheldrake, Sogyal…
modelos com estrutura clássica o modelo descritivo de operações de produção de Elwood S. Buffa; o Diagrama FEPSC(SIPOC)/Six Sigma; os modelos na visão contábil-financeira: de operações (Débito/Crédito) e de organização (Ativo – Passivo – Resultados) ; modelos com estrutura moderna o modelo descritivo de operações de produção do Kanban; o modelo expresso na Figura 7.1…
O objetivo deste novo editor é tornar a inclusão de conteúdo rico no WordPress simples e agradável. Este post é todo composto de pedaços de conteúdo — algo parecido com os blocos LEGO — que você pode movimentar e com eles, interagir. Movimente o cursor pela tela e você vai notar que os vários blocos…
0. duas leituras para o fenômeno ‘operações’, as duas origens da essência da linguagem (interna e externa), e correspondentes duas possibilidades de análise de valor; 1. dois conceitos para os verbos – elementos centrais em modelos de operações: o verbo como ‘processo‘, o verbo como ‘forma de produção‘; 2. dois conceitos para o que seja um…
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
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