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Projeto Formulador

Projeto Formulador

Modelos de produção sob visão fundada na filosofia

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          • caminho da Construção da representação
          • caminho do Instanciamento da representação
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          • caminho da Construção da representação
          • caminho do Instanciamento da representação
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        • Proposição segundo Foucault: bloco construtivo padrão fundamental para construção de representações
        • Proposição segundo Foucault: o bloco construtivo padrão para construção de representações (texto extenso)
      • Cronologia do evento fundador na nossa modernidade no pensamento
      • Paletas de ideias ou elementos de imagemExpandir
        • Introdução
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        • Paleta de ideias para o LD da figura
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        • Configuração do pensamento SEM a possibilidade de fundat as sínteses
        • Configuração do pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses
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        • Sistema FormuladorExpandir
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        • Kanban-Mapa da Reengenharia completo
        • Parte 1 Kanban-Mapa da Reengenharia
        • Parte 2 Kanban-Mapa da Reengenharia
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        • Visão SSS – argumento
        • Visão SSS – mapeamento
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      • Visão SSS – Acoplamentos estruturaisExpandir
        • Visão SSS – acoplamentos estruturais internos
        • Visão SSS – acoplamentos estruturais externos
      • Mapa de operações SSS – Simétricas, Simbióticas e Sinérgicas
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      • Coleção de modelos
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      • MDP-Kanban: formulação da proposição
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Liberalismo

Por 7 de dezembro de 20199 de janeiro de 2020

Liberalismo

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O salto do pensamento para fora do espaço da representação
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  • 00-1
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Estruturas de conceitos em cada ambiente de formulação
identificado pela sim-possibilidade ou pela não-possibilidade
de fundar as sínteses no espaço da representação

Perfil de características do pensamento clássico,
o de antes de 1775
Perfil de características do pensamento moderno,
o de depois de 1825
Triedro dos saberes

‘Assim, estes três pares,
função-norma,
conflito-regra,
significação-sistema,

cobrem, por completo,
o domínio inteiro
do conhecimento do homem.'(*)

As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Cap. X – As ciências humanas

Pensamento clássicoPensamento moderno
ReferencialOrdem pela ordemUtopia do impensado
Princípios organizadoresCaráter e SimilitudeAnalogia e Sucessão
MétodosIdentidade e SemelhançaAnálise e Síntese

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
Capítulo X – As ciências humanas; tópico: III. Os três modelos

A proposição como bloco construtivo padrão (Lego)
fundamental para a construção de representações

Antes do objeto

Diante do objeto

para Além do objeto

Ultra-resumo da Popup 16.1

Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes

Ultra-resumo da Popup 16.2

Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório

Ultra-resumo da Popup 16.3

Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório

Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; 
tópico: I. As novas empiricidades

Os dois princípios filosóficos para o que seja trabalho

AQUÉM do objeto
Adam Smith, 1776
DIANTE e para ALÉM do objeto
David Ricardo, de 1817
Ultra-resumo da Popup 12.1
Ultra-resumo da Popup 12.2

As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas; 
(*) Capítulo VII – Os limites da representação;
tópico II. A medida do trabalho;

As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
(**) Capítulo VIII- Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico II. Ricardo

História, modo de ser fundamental das empiricidades, nos pensamentos clássico e moderno; o Circuito das trocas e o Lugar de nascimento
do que é empírico; pensamento conservador e pensamento progressista

Posição relativa do par sujeito-objeto

AQUÉM

DIANTE e para ALÉM

história como sucessão de fatos
tais como vão se sucedendo

história como alterações
no ‘modo de ser fundamental’ das empiricidades

Ultra-resumo da Popup 12.1
Ultra-resumo da Popup 12.1

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

O pensamento de outros grandes pensadores:
John Dewey e seus dois modos de ver o mundo;
Ilya Prigogine e o conceito de caos para a ciência moderna

DIANTE do objeto
Ultra-resumo da Popup 20.1
Ultra-resumo da Popup 20.2
Ultra-resumo da Popup 20.3

As duas animações acima bem como o depoimento de Ilya Prigogine – a nosso ver – apenas mostram que tanto John Dewey na sua visão [homem] [experiência] e [natureza] juntos; quanto Ilya Prigogine  na sua visão do que seja caos na ciência moderna, estão pensando com uma configuração de pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação (introduzindo uma irreversibilidade no ambiente e domínio no qual a operação acontece alterando a constituição da linguagem, o que não era comum para a ciência clássica, toda reversível.

Dois conceitos para o que seja Classificar, comparados

Ultra-resumo da Popup 13

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Duas possibilidades para a leitura de operações: duas origens de valor (interna e Externa na linguagem) para representações;

Duas visões, duas leituras do fenômeno ‘operações’; sob o pensamento clássico, o de antes de 1775 (seta amarela) e sob o pensamento moderno, o de depois da Descontinuidade Epistemoógica posicionada por Michel Foucault entre os anos de 1775 e 1825 (seta vetmelha), com duas amplitudes – duas abrangências dos fenômenos, muito diferentes.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Ciência e Tecnologia dependem da Filosofia e são funções das ferramentas de pensamento de que dispõe a configuração da operação de pensamento usada em sua geração

Usando o pensamento de Vilém Flusser:

  • Pensamento é um transformador do duvidoso em língua;
  • Filosofia, ou Reflexão, é texto produzido pelo pensamento ao voltar-se contra si mesmo para corrigir-se e renovar-se.
  • ciência, como o resultado de um movimento do pensamento em direção ao mundo, para compreendê-lo, é texto filosófico aplicado. 
  • e tecnologia, como resultado de um movimento do pensamento em direção ao mundo para modificá-lo, é texto científico aplicado; 

Descontinuidades epistemológicas refletem conquistas humanas no pensamento e são aprimoramentos na maneira que usamos para conhecer.  Há portanto uma relação entre, de um lado, o modo como colocamos em marcha nosso desejo de transformar o duvidoso em língua a cada nível, e de outro lado, a filosofia que temos, e a Ciência que temos, ou a tecnologia de que dispomos. Filosofia, Ciência e Tecnologia são funções do como como vemos o mundo e as coisas.

Michel Foucault (*) descreve uma descontinuidade epistemológica (uma alteração no modo como nos voltamos para o mundo para conhecer o que dizemos que conhecemos), e aponta com toda clareza diferentes jogos de ferramentas de pensamento ou estruturas conceituais, características de uma e de outra dessas epistemologias, de um e de outro lado desse evento. E aponta um período em nossa cultura ocidental, em que o pensamento esteve dominado por uma característica do período anterior.

A solução de questões trazidas à luz por essa nova maneira de conhecer (a nova epistemologia) não poderão ser resolvidas se correspondentes ciência e tecnologia não forem desenvolvidas também.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Pensamento conservador e progressista

Acompanhando o trabalho arqueológico de Michel Foucault em direção a essa classe especial de saberes, a esse conjunto de discursos chamado de ciências humanas, vê-se que em certo período consolidou-se um tipo de pensamento em cuja configuração a etapa de construção de novas representações foi incorporada. Antes disso, essa etapa de construção da representação nova ficava fora do escopo do pensamento, e depois disso essa etapa permaneceu definitivamente incorporada.

Para a configuração de pensamento que deixa fora do seu escopo de possibilidades a etapa de construção de novas representações a alternativa é conviver com tudo o que existe desde sempre e para sempre, tomando as coisas como pré-existentes e pertencentes ao Universo. Esse modo de pensar tem características de conservadorismo, enquanto aquela outra configuração do pensamento que inclui em seu escopo a geração de novas representações, as características de progressismo.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Panorama visdo desde o meu posto de observação

É real hoje, aqui, agora, e entre nós, a percepção – feita por Foucault – do domínio/contaminação do pensamento – ‘com o qual queiramos ou não pensamos‘ – pela impossibilidade de fundar as sínteses (do pensamento sobre a empiricidade objeto da operação) no espaço da representação(*).

Esse tipo de pensamento dominante, aquele com a impossibilidade de fundar as sínteses, é ao mesmo tempo o tipo de pensamento que não inclui a operação de construção de novas representações. E a estrutura das operações sem essa etapa reforça essa impossibilidade. Nesse contexto modelos com e modelos sem essa impossibilidade são tratados como se variações sobre o mesmo tema fossem, e não produções do pensamento completamente diferentes.

Estamos projetando e usando hoje, modelos para operações e organizações, de produção e outras, com o pensamento de exatos dois séculos atrás.

Para que isso possa ser percebido pelo projetista de modelos em diversas áreas é necessário o rompimento das condições em que se dá essa contaminação e esse domínio de uma das configurações de pensamento sobre a outra, obliterando justamente aquela que corresponde a uma conquista humana no pensamento. Para que isso aconteça é necessário que seja atendido um requisito: a construção de um critério para identificação e comparação de modelos, e sua aplicação no caso presente.

Daqui de onde vejo as coisas, é unânime a visão das coisas em termos de processo. Ninguém fala de nada além de processos: mapeia-se processos, otimiza-se processos, etc. etc. o que quer que seja, mas sempre processos. Sem que nos demos conta de como sejam as diferentes estruturas das operações em que tais ‘processos’ ocupam posição operacional. 

Michel Foucault pode fornecer os elementos necessários para a construção desse critério. Nossa intenção aqui é destacar em Foucault o que pode ser usado para o estabelecimento de uma relação pensamento – e sua aplicação na modelagem de operações em organizações. 

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico:
I. As novas empiricidades

Cronologia do evento fundador da nossa modernidade no pensamento; linha de tempo com os períodos de contaminação do pensamento por configurações diferentes

Ultra-resumo da Popup 25.1
Ultra-resumo da Popup 25.2

Acoplamentos estruturais do sistema descrito no LD
– o Explicar com Reformular; os internos e os externos

DIANTE e para ALÉM do objeto

Ultra-resumo da Popup 01
Ultra-resumo da Popup 01
Ultra-resumo da Popup 01

Playground para projetistas de modelos:
um carrossel com mais de duas dezenas de modelos existentes, para identificação dos conceitos apresentados.

Uma coleção com mais de duas dúzias de modelos (*) para descobrir com que tipo de pensamento foram convebidos:

  • se COM a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação; ou
  • se SEM a possibilidade de fundar essas sínteses do pensamento no espaço da representação

(*) Proposta de metodologia para o planejamento e implantação de manufatura integada por computador.
de Bremer, C. F. – USP SC fev 1995; entre outras fontes.

Estruturas dos modelos, resultantes da utilização
do referencial,dos princípios organizadores e dos métodos
usados pelo pensamento, por segmento de modelos no espectro

AQUÉM

DIANTE

para ALÉM

Ultra-resumo da Popup 22.1
Ultra-resumo da Popup 22.2
Ultra-resumo da Popup 22.3

O modelo 5W2H, de um lado, e de outro, o modelo de operações do Kanban
e o modelo proposto no LD da Figura 2: usos diferentes para as mesmas ideias ou elementos de imagem envolvidos na formulação da proposição

AQUÉM do objeto

DIANTE e para ALÉM do objeto

Ultra-resumo da Popup 20.1
Ultra-resumo da Popup 20.1
Ultra-resumo da Popup 20.1

 O exame dessas três figuras mostra que ideias, elementos de imagem, homônimos, podem ser usados de modo diferente em modelos feitos sob estruturas conceituais diferentes.

No modelo 5W e 2H no lado esquerdo acima, o destaque dado pelo losango em vermelho é nosso. Não estava na figura original. A figura é organizada por um sistema de categorias composto pelas 7 perguntas 5W2H

 O modelo da produção do Kanban é sim-discriminativo com relação ao elemento componente do objeto da operação de produção, e é formulado como uma proposição instanciativa de um objeto previamente projetado, e portanto cuja representação foi anteriormente construída

O modelo de operações de construção de representação para empiricidade objeto (LD da figura) é feito calcado no Princípio Dual de Trabalho de David Ricardo; está evidenciada a formulação no formato de uma proposição. A origem de valor adotada está nas designações primitivas ( conjunto de operações de busca por origem, condições de possibilidade e de generalidade dentro de limites) e da linguagem de uso (o Repositório)

Sistema Formulador

AQUÉM do objetopara ALÉM do objeto
Ultra-resumo da Popup 19.1
Ultra-resumo da Popup 19.2

Destaque para dois modelos existentes:
1) LE, o SIPOC (FEPSC) do SixSigma;
2) LD e o Visão da PHD, da PHD Brasil; e no centro, as diferenças entre eles.

AQUEM do objetoDiferençasDIANTE do objeto
Ultra-resumo da Popup 01
Ultra-resumo da Popup 01
Ultra-resumo da Popup 01

Comparação do modelo SIPOC ou FEPSC – SixSigma(*) com o modelo Visão da PHD(**) do ponto de vista das estruturas respectivas.
A animação central mostra o que falta – estruturalmente – ao SixSigma para ter a estrutura do modelo da direita.

(*) Gestão integrada de processos e da tecnologia da informação; capítulo Identificação, análise e melhoria de processos críticos
Figura 3.1 Representação da FEPSC, de Roberto Gilioli Rotondaro
Coordenadores: Fernando José Barbin Laurindo e Roberto Gilioli Rotondaro, Editora Atlas, jan/2006
(**) A Visão da PHD, da empresa PHD Brasil

O mapa das operações de produção do Kanban

ANTES de 1775
verbo como Processo
DEPOIS de 1825
verbo como Forma de produção
Ultra-resumo da Popup 17.1
Ultra-resumo da Popup 17.2

“A única coisa que o verbo afirma
é a coexistência de duas representações; 
por exemplo 
a do verde e da árvore,
a do homem e da existência ou da morte. 

É por isso que o tempo dos verbos
não indica aquele em que
as coisas aconteceram no absoluto, 
mas um sistema relativo  
de anterioridade
ou simultaneidade 
das coisas entre si.” 
(*)

“O limiar da linguagem
está onde surge o verbo.
É preciso portanto 
tratar esse verbo como um ser misto, 
ao mesmo tempo palavra entre palavras,
preso às mesmas regras 
de regência
e de concordância;
e depois, em recuo em relação a elas todas, 
numa região que não é aquela do falado 
mas aquela donde se fala.
Ele está na orla do discurso, na juntura entre 
aquilo que é dito e aquilo que se diz; 
exatamente lá onde os signos 
estão em via de se tornar linguagem.
(*)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo

A proposição como bloco construtivo padrão (Lego)
fundamental para a construção de representações

Antes do objeto

Diante do objeto

para Além do objeto

Ultra-resumo da Popup 15.1

Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes

Ultra-resumo da Popup 15.2

Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório

Ultra-resumo da Popup 15.3

Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório

Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; 
tópico: I. As novas empiricidades

Os dois conceitos para o que seja um verbo:
verbo Processo e verbo Forma de produção

ANTES de 1775
verbo como Processo
DEPOIS de 1825
verbo como Forma de produção
Ultra-resumo da Popup 14.1
Ultra-resumo da Popup 01

“A única coisa que o verbo afirma
é a coexistência de duas representações; 
por exemplo 
a do verde e da árvore,
a do homem e da existência ou da morte. 

É por isso que o tempo dos verbos
não indica aquele em que
as coisas aconteceram no absoluto, 
mas um sistema relativo  
de anterioridade
ou simultaneidade 
das coisas entre si.” 
(*)

“O limiar da linguagem
está onde surge o verbo.
É preciso portanto 
tratar esse verbo como um ser misto, 
ao mesmo tempo palavra entre palavras,
preso às mesmas regras 
de regência
e de concordância;
e depois, em recuo em relação a elas todas, 
numa região que não é aquela do falado 
mas aquela donde se fala.
Ele está na orla do discurso, na juntura entre 
aquilo que é dito e aquilo que se diz; 
exatamente lá onde os signos 
estão em via de se tornar linguagem.
(*)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo

Dois conceitos para o que seja Classificar, comparados

Ultra-resumo da Popup 13

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Elementos centrais em cada formulação por segmento do espectro

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Ultra-resumo da Popup 11.2
Ultra-resumo da Popup 11.3

Em um pensamento mágico sobre a produção – nos moldes ‘varinha mágica de condão’ –  é possível desejar algo e, sem mais qualquer providência, vê-lo surgir à nossa frente depois do Plin!!! 

Num ambiente de produção real, porém, nada é produzido sem um instrumento (laboratório piloto, fábrica) com o qual instanciar esse objeto na realidade. A estrutura SSS é isso: a modelagem das operações de produção do objeto desejado juntamente com as operações de produção do objeto – distinto deste – laboratório piloto, ou fábrica, subindo um nível estrutural e impondo como elemento central o Nexo da produção

(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo IV – Falar; tópico II. Gramática geral
Capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; I. As novas empiricidades

Espaços gerais do saber em cada segmento do espectro

AQUÉMDIANTEpara ALÉM
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Espaço geral do saber clássico, antes de 1775.Espaço geral do saber moderno, depois de 1825.Espaço interior do Triedro dos saberes

As mudanças nas configurações do pensamento promoveram reposicionamentos das positividades umas em relação às outras, resultando em três espaços gerais do saber.(*)

(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo III – Representar; tópico VI. Mathésis e Taxinomia;
Capítulo X – As ciências humanas; tópico I – O triedro dos saberes; 
de Michel Foucault

Tempo em cada um das faixas do espectro
e para cada uma das etapas das operações

AQUEMDIANTEpara ALÉM
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tempo no LE da figura, em qualquer operação sob a estrutura Input-Output (Chronos)tempo LD da figura, no caminho da Construção de representação nova (Kairós)tempo LD da figura, no caminho do Instanciamento de representação anteriormente construída (Chronos)

Tempo em cada um dos segmentos do espectro muda:

aquém do objeto, na estrutura input-output sob o pensamento clássico, temos um tempo relativo, ou um tempo calendário, cujo deus é Chronos;

diante do objeto mas no caminho da Construção da representação, sob o pensamento filosófico moderno, temos um tempo absoluto, um tempo não-calendário, cujo deus é Kairós;

e ainda diante, e também além do objeto, tempos um tempo que volta a ser relativo, calendário, e a soberania volta a ser a de Chronos.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Espaço dado ao homem – ‘naquilo que ele tem de empírico’
na estrutura dos modelos

AQUÉMDIANTE e para ALÉM
Ultra-resumo da Popup 01
Ultra-resumo da Popup 01

“Antes do fim do século XVIII,
o homem não existia. (…)
Sem dúvida,
as ciências naturais trataram do homem como de uma espécie ou de um gênero.”

As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Cap. IX – O homem e seus duplos; tópico II. O lugar do rei

‘Na medida, porém, em que as coisas giram sobre si mesmas, reclamando para seu devir não mais que o princípio de sua inteligibilidade e abandonando o espaço da representação, o homem, por seu turno, entra e pela primeira vez,
no campo do saber ocidental’ (*)

(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas; 
Prefácio

O modo de ser do homem, tal como se constituiu no pensamento moderno, permite-lhe desempenhar dois papéis: está, ao mesmo tempo, 

  • no fundamento de todas as positividades.
  • presente, de uma forma que não se pode sequer dizer privilegiada, no elemento das coisas empíricas.

As palavras e as cisas:
uma arqueologia das cências humanas,
Cap. X – As ciências himanas; I. O triedro dos saberes.

Desenvolvimento das operações por segmento do espectro de modelos

AQUÉMDIANTEpara ALÉM
  • no sistema Input-Output; usando uma ordem arbitrariamente escolhida;
  • e com propriedades não-originais e não-constitutivas das coisas, as chamadas ‘aparências’;
  • No sistema correspondente ao que Foucault chama de ‘essa maneira moderna de conhecer empiricidades’, que tem como elemento construtivo padrão fundamental a proposição, da qual herda as categorias de ideias ou elementos de imagem de primeiro nível;
  • e com propriedades sim-originais e sim-constitutivas daquilo que se constitui na existência em decorrência das operações.
  • No sistema formulado no campo das ciências humanas, com modelos constituintes compostos por uma combinação dos modelos constituintes das ciências que integram a região epistemológica fundamental, as ciências da Vida, do Trabalho e da Linguagem.
  • Nexo da operação.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Imaginação e Conceituação – funções humanas reversíveis:
Imagens tradicionais e Imagens técnicas

Antes do objeto

Diante do objeto

para Além do objeto

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Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes

Ultra-resumo da Popup 4.1

Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório

Ultra-resumo da Popup 4.1

Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório

Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo IV – Falar; 
tópico: III. A teoria dos verbos

Modelos constituintes de modelos
em cada uma das faixas desse espectro

Posição relativa modelo de operações – sujeito-objeto

AQUÉM

DIANTE

para ALÉM

não há modelos constituintes nesse segmento do espectro, já que pelos pressupostos adotados (Universo, realidade única) nada é constituído na existência em decorrência das operações feitas

modelo constituinte composto pelo par constituinte correspondente ao campo em que o modelo é formulado, tomados isoladamente em cada área:

  • Vida (Biologia) – [função-norma]
  • Trabalho (Economia) – [conflito-regra]
  • Linguagem (Filologia) – [significação-sistema]

campo das Ciências Humanas com modelos constituintes formados por uma combinação ponderada dos três pares constituintes da Vida, do Trabalho e da Linguagem tomados todos simultaneamente em conjunto em cada modelo, dada ênfase a uma das áreas das ciências pertencentes à região epistemológica fundamental.

O espectro de modelos segundo essa possibilidade de sim-fundar, ou não-fundar,
as sínteses no espaço da representação: Aquém, Diante e para Além do objeto
– estes os segmentos do espectro de modelos de visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t

O modo como Foucault descreve o problema que encontrou em seu trabalho pode ser mapeado em um espectro de modelos agrupados segundo os dois fatores por ele percebidos:  fator 1, com duas regiões quanto à fundação das sínteses na representação e com três regiões quanto à posição relativa ao objeto e ao sujeito: 

Espectro de modelos de operações de pensamento com três segmentos

ImpossibilidadePossibilidadePossibilidade
AQUÉMDIANTEpara ALÉM
do objeto e do sujeitodo objeto e do sujeitodo objeto e do sujeito

Fator 1 – o domínio/contaminação do pensamento com o uso simultâneo de configurações de pensamento 

  • com a  impossibilidade 
  • e também com a possibilidade,

de fundar as sínteses da representação da empiricidade objeto, no espaço da representação’; com duas regiões em um espectro de modelos:

Fator 2 – dar conta da obrigação correlativa (…) de abrir o campo transcendental da subjetividade constituindo, para além do objeto, os “quase-transcendentais”

com as seguintes regiões no espectro de modelos:

 1. região do espectro: ‘Aquém do objeto’ (na impossibilidade);

 2. região do espectro: ‘Diante do objeto’ (na possibilidade)

    • da Vida, (Biologia) par constituinte função-norma
    • do Trabalho, (Economia) par conflito-regra
    • e da Linguagem. (Filologia) par significação-sistema

 3. região do espectro: ‘para Além do objeto’, (na possibilidade) e no campo das ciências humanas, no espaço interior do triedro dos saberes.

outra região no espectro de modelos, com modelo constituinte único composto dos três pares constituintes das três regiões epistemológicas fundamentais

# 01
  • A pedra de tropeço no caminho de Michel Foucault
  • Os caminhos (e alterações de rota) de Humberto Maturana

“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

  • pela impossibilidade, trazida à luz por volta do fim do século XVIII, de fundar as sínteses [da empiricidade objeto do pensamento] no espaço da representação;
  • e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma,
    de abrir o campo transcendental da subjetividade e de constituir inversamente, para além do objeto, esses “quase-transcendentais” que são para nós a Vida, o Trabalho, e a Linguagem.”  (*)

“Substituir 

  • a noção de input-output 
  • pela de acoplamento estrutural 

foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; 
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades

(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo;
Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

Funcionamento do pensamento em cada um dos segmentos desse espectro

AquémDiantepara Além
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Ultra-resumo da Popup 01

Operacionalização das operações de pensamento, de produção, de ensino etc. em cada segmento do espectro de modelos

operação de transformação de Entradas em Saídas sob a estrutura Input-Output, no pensamento clássico, o de antes de 1775

operação de Conversão do Impensado em representação no domínio em que a operação ocorre

operação de disponibilização no ambiente/domínio de representação pré-existente no repositório de proposições explicativas da experiência formuladas de acordo com as regras da linguagem.

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

História do nascimento do livro “As palavras e as coisas” contada pelo próprio autor, Michel Foucault, no Prefácio, inclusive com relato das dificuldades enfrentadas.

Ultra-resumo da Popup A Ideia

1 – A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas

Elementos de ligação com o restante do livro e exemplos

Ultra-resumo da Imagem de Foucault

2 – A imagem que Michel Foucault tinha na cabeça ao escrever o ‘As palavras e as coisas

Ultra-resumo 10 Pontos

3 – dez (10) pontos selecionados no texto do livro e ilustrados para contextualizar o Prefácio com o restante do livro

Ultra-resumo Exemplos modelos antológicos

4 – Exemplos de modelos antológicos, muito usados hoje em dia, concebidos sob entendimentos (epistémês) muito diferentes

Ultra-resumo Duas dificuldades

5 – As duas dificuldades – os dois obstáculos – enfrentados por Michel Foucault no desenvolvimento desse livro

10 Pontos Principais

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Funcionamento das Operações de Pensamento

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Ultra-resumo de Ver as coisas de outra maneira
Ultra-resumo do Argumento sobre modelagem pelo par sujeito-objeto
Ultra-resumo Cronologia da Descontinuidade epistemológica entre 1775 e 1825
Ultra-resumo Possibilidades ou não de fundar sínteses na representação

Ultra-resumo O processo UML de desenvolvimento de sistema de software
Ultra-resumo A operação de desenvolvimento de software da UML”
Ultra-resumo Modelo FEPSC/SIPOC
Ultra-resumo Modelo do Kanban
Ultra-resumo Conexão entre David Ricardo e Michael Hammer
Ultra-resumo A visão SSS a partir da Figura 7.1 - Mapa da Reengenharia de Michael Hammer
Ultra-resumo Modelo do Kanban
Ultra-resumo da Visão SSS
Ultra-resumo do Argumento sobre modelagem pelo par sujeito-objeto
Ultra-resumo Construção da estrutura de operações na disposição SSS
Ultra-resumo da Figura 7.1 - Mapa da atividade semicondutores da Texas Instruments
Ultra-resumo Simetrização da Figura 7.1 - Mapa da Reengenharia
Ultra-resumo Modelo do Kanban
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ponto # 1

popup funcionamento

popup funcionamento

popup funcionamento

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10 Pontos para contextualização Prefácio X Livro

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Funcionamento das Operações de Pensamento

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Funcionamento das Operações de Pensamento

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História do nascimento do livro “As palavras e as coisas” contada pelo próprio autor, Michel Foucault, no Prefácio, inclusive com relato das dificuldades enfrentadas.

Ultra-resumo da Popup A Ideia

1 – A ideia que deu origem ao livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas

Elementos de ligação com o restante do livro e exemplos

Ultra-resumo da Imagem de Foucault

2 – A imagem que Michel Foucault tinha na cabeça ao escrever o ‘As palavras e as coisas

Ultra-resumo 10 Pontos

3 – dez (10) pontos selecionados no texto do livro e ilustrados para contextualizar o Prefácio com o restante do livro

Ultra-resumo Exemplos modelos antológicos

4 – Exemplos de modelos antológicos, muito usados hoje em dia, concebidos sob entendimentos (epistémês) muito diferentes

Ultra-resumo Duas dificuldades

5 – As duas dificuldades – os dois obstáculos – enfrentados por Michel Foucault no desenvolvimento desse livro

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  • A pedra de tropeço no caminho de Michel Foucault
  • Os caminhos (e alterações de rota) de Humberto Maturana

“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

  • pela impossibilidade, trazida à luz por volta do fim do século XVIII, de fundar as sínteses [da empiricidade objeto do pensamento] no espaço da representação;
  • e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma,
    de abrir o campo transcendental da subjetividade e de constituir inversamente, para além do objeto, esses “quase-transcendentais” que são para nós a Vida, o Trabalho, e a Linguagem.”  (*)

“Substituir 

  • a noção de input-output 
  • pela de acoplamento estrutural 

foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)

(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela

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O que é este trabalho? Modo de usar.

O que é este trabalho

Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a  que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.

Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos  – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.

Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias.
Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.

Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.

Modo de usar

Passando seu mouse sobre cada número de tópico na matriz, abre-se uma página resumo de previsão do tópico. Clicando no número de tópico você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. Se clicar sobre o título do tópico na página de destino, você voltará à matriz de tópicos.

Modelo Provision Workbench da Proforma
5W2H

ECA do pensamento clássico

Quadro clássico

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  • início
  • Lista de postagens
    – Projeto Formulador
  • Videoteca
    • Modelagem: Objeto e Visões
      • Ocorrências no espaço-tempo x, y, x e t
        • Introdução
        • Cartesianismo: Sistema Input-Output
        • Um salto para fora do cartesianismo
          • caminho da Construção da representação
          • caminho do Instanciamento da representação
      • Estruturas conceituais sob os modelos
        • Estrutura conceitual LE: sistema Input-Output
        • Estruturas conceituais para o LD da figura
          • caminho da Construção da representação
          • caminho do Instanciamento da representação
      • Bloco construtivo padrão para construção de representações
        • Tipos de blocos construtivos padrões (Lego) para construção de representações
        • Proposição segundo Foucault: bloco construtivo padrão fundamental para construção de representações
        • Proposição segundo Foucault: o bloco construtivo padrão para construção de representações (texto extenso)
      • Cronologia do evento fundador na nossa modernidade no pensamento
      • Paletas de ideias ou elementos de imagem
        • Introdução
        • Paleta de ideias para o LE da figura
        • Paleta de ideias para o LD da figura
      • Timeline
      • Configurações do pensamento COM e SEM a possibilidade de fundar as sínteses
        • Configuração do pensamento SEM a possibilidade de fundat as sínteses
        • Configuração do pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses
      • Exemplo de Sistema de gestão organizado pelo par Sujeito-Objeto
        • Sistema Formulador
          • Funcionamento
          • Tela de detalhes
        • Modelos gerados
          • Modelo gerado Cogumelo
          • Exemplo 1: três módulos compostos
          • Exemplo 2: composição de objetos
          • Exemplo 3: composição de objetos
        • Formulação da proposição
          • QUEM: Organização
            • Exemplo de estrutura organizacional
          • COMO: Formas de produção
            • Elemento de fixação
            • Fundido em concreto
            • Pintura
            • Formas de produção compostas
              • Cogumelo
              • Banco de jardim
              • Figura de jardim
          • O QUE: Sucessões de analogias ou EAN’s
            • Cogumelo
            • Banco de jardim
            • Figura de jardim
    • Visão rápida de Operações na Figura 2 de Maturana
      • Operações LE da figura: Sistema Input-Output
        • Tempo no LE da figura, sob o Sistema Input-Output
      • Operações LD da figura nos dois caminhos: Construção e Instanciamento
        • Construção da representação
          • Tempo na Construção da representação
        • Instanciamento da representação
          • Tempo no Instanciamento da representação
    • Pensadores
      • Referências
        • Vilém Flusser
          • A imagem tradicional
          • As imagens técnicas
          • Classes de abstrações
          • Cosmovisão no cartesianismo
          • Salto para fora do cartesianismo
          • Ciência, Tecnologia e Filosofia
        • Humberto Maturana
          • Pedra fundamental do pensamento
          • Os caminhos de Maturana e Varela
            • Objeções
            • Propostas
            • Avaliação de Varela
          • Estar na linguagem, segundo Humberto Maturana
          • Escaneamento da figura 2 de Maturana
        • Michel Foucault
          • Eis que …
          • Cronologias da Descontinuidade epistemológica
            de 1775-1825
            • Cronologia resumida do evento fundador da nossa
              modernidade no pensamento filosófico
            • Cronologia mais estendida
          • Classificar: os 2 conceitos
          • A proposição
          • Proposição, em abordagem extensa
          • Os 2 papéis do homem no pensamento moderno
          • Os dois princípios para o conceito trabalho, coexistentes na filosofia
            • Os 2 princípios para trabalho
            • Comparação entre os princípios de trabalho de Adam Smith, 1776; e de David Ricardo, de 1817
            • A importância de David Ricardo e seu Princípio Dual de Trabalho
          • Os 2 conceitos de verbo
            • Processo como verbo
            • Forma de produção como verbo
          • Os 2 Espaços Gerais do Saber
            • ESG Clássico
            • ESG Moderno
              • Triedro dos Saberes
              • As três faces do Triedro
          • O Tempo nos 2 lados da figura
            • Tempo no sistema Input-Output, LE da figura
            • Tempo nas 2 etapas LD da figura
              • Tempo no caminho da Construção da representação
              • Tempo no caminho do Instanciamento da representação
          • Configurações do pensamento comparadas por Foucault
          • Foucault explica
            • Os verbos: “Processo” e “Forma de produção”
            • O limiar da linguagem
            • O verbo ser – a articulação
            • O cogito e o impensado
            • A idade da história
              • A idade da história – parte 1
              • A idade da história – parte 2
              • A idade da história – parte 3
          • Para além do objeto
            • Manual de uso e projeto de modelos no campo das ciências humanas, por Michel Foucault
        • Nosso roteiro
      • Depoimentos de pensadores
      • Outras citações
        • Utopia e Heterotopia como referenciais do pensamento
    • Outros pensadores
      • Ilya Prigogine – o conceito de Caos
      • Richard Saul Wurman – As “duas” coisas relevantes em qualquer problema
      • John Dewey – As duas visões de mundo
      • Edgar Morin – o problema teórico da complexidade
    • Funcionamento de modelos
      • Legendas
        • Configuração clássica do pensamento
          • Paleta de ideias na configuração de pensamento clássica
        • Configuração moderna do pensamento
          • Paleta de ideias na configuração do pensamento moderno – construção
          • Paleta de ideias na configuração de pensamento moderno – instanciamento
      • Aquém do objeto
        • Sistema Input-Output, LE da Figura 2
      • Diante do objeto
        • Primeira etapa LD: Caminho da Construção da representação
          • Tempo no caminho da Construção da representação
        • Segunda etapa LD: Caminho do Instanciamento da representação
          • Tempo no caminho do Instanciamento da representação
      • Para além do objeto
        • Operações globais para obtenção de objeto
      • Acoplamentos estruturais do sistema no LD
        • Acoplamentos internos
        • Acoplamentos externos
      • Funcionamento das Operações e organizações no LD da Figura 2
        • Funcionamento de operações no pensamento moderno
      • Modelos de acordo com suas estruturas conceituais e possibilidades de dar tratamento às sínteses do objeto
        • Introdução
        • Modelos SEM a possibilidade de fundar sínteses
          • Funcionamento do pensamento no LE da figura
          • Exemplos de modelos SEM possibilidade de fundar sínteses do objeto na representação
        • Modelos COM a possibilidade de fundar as sínteses
          • Funcionamento do pensamento no LD da figura
          • Exemplos de modelos COM a possibilidade de fundar as sínteses do objeto na representação.
        • Dois modelos e uma animação: SEM e COM a possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação
          • Modelo SIPOC (FEPSC) – SixSigma
          • Visões Tob-Down x Botton-Up
          • Modelo da PHD
    • Exemplos antológicos
      • Três pares de exemplos de modelos antológicos feitos sobre as duas ECA’s
      • Operações: Kanban – Organização: Mapa da Reengenharia
        • Kanban-Mapa da Reengenharia completo
        • Parte 1 Kanban-Mapa da Reengenharia
        • Parte 2 Kanban-Mapa da Reengenharia
    • Desenvolvimento de modelos
      • A Visão SSS – Simétrica, Simbiótica e Sinérgica
        • Visão SSS – argumento
        • Visão SSS – mapeamento
      • Visão SSS – comunidades
      • Visão SSS – Acoplamentos estruturais
        • Visão SSS – acoplamentos estruturais internos
        • Visão SSS – acoplamentos estruturais externos
      • Mapa de operações SSS – Simétricas, Simbióticas e Sinérgicas
    • Modelos diversos
      • Coleção de modelos diversos
      • Coleção de modelos
      • MDP de E. S. Buffa
      • 5w2h
      • SIPOC
      • MS Project 4.0
      • MPJ – Kanban
      • MDP-Kanban: formulação da proposição
      • Modelo da Reengenharia
      • Fundação Dom Cabral
      • Visão antroposófica
      • SAP Business Objects
  • Coleção de vídeos Youtube
    • Pensamento de Michel Foucault
    • Karl Marx por José Paulo Netto
    • Art meets Science & Spirituality in a changing Economy
  • Lista de páginas no site
  • Tópicos nesta página
  • Projeto Formulador – início

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