Os dois conceitos ordenadores para História História como a coleta das sucessões de fatos tais como se constituíram; e História como o ‘modo de ser fundamental’ das empiricidades, aquilo a partir de que elas são afirmadas, postas, dispostas e repartidas no espaço do saber para eventuais conhecimentos e ciências possíveis. O conceito ‘modo de ser…
8. Os dois conceitos para o tempo, em função do segmento do espectro de modelos e do tipo de operação em curso Aquém do objeto formulação sim reversível e instanciamento da representaçãodeus Chronos pensamento clássico, o de antes de 1775tempo calendário no sistema Input-Output operação de instanciamento de representação anteriormente formulada Diante do objeto formulação…
A segunda sintaxe: a que autoriza a manter juntas, ao lado e em frente umas das outras, as palavras e as coisas A sintaxe que organiza os objetos análogos criados pelo método Analisee os posiciona uns em relação aos outros, em uma hierarquia, com o método Síntese. Praticamente não existe representação para empiricidade objeto que…
As duas sintaxes envolvidas na construção de uma representação (no pensamento de depois de 1825, o pensamento moderno) As diferenças entre as configurações do pensamento clássico (antes de 1775) e o moderno (depois de 1825) ?do ponto de vista do acolhimento a essas duas sintaxes envolvidas na construção de uma representação: a que autoriza a…
Os perfis das duas configurações do pensamento, segundo o pensamento de Foucault: os pensamentos clássico (de antes de 1775); e moderno( de depois de 1825) e veja mais abaixo: Os dois tipos de reflexão assumidos pelo pensamento vistos pelos perfis (estruturas conceituais) que permitem identificar cada um deles pensamento clássico, antes de 1775 perfil do…
Veja um ‘Resumo’ deste tópico O fenômeno ‘operações’ (em qualquer área): visões com duas abrangências muito diferentes dependendo da leitura que fazemos. As duas possibilidades de inserção do ponto de início da leitura do fenômeno ‘operações’ – de qualquer tipo – e a análise das diferentes origens do valor carregado pelas proposições para as representações…
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O que é este trabalho
Este trabalho é baseado em imagens e em vídeos (animações). Há nele muito pouco texto para ler; e na maioria das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente. Nele, sigo o conselho/orientação de Vilém Flusser de reconstituir as imagens a que correspondem os conceitos dos textos que usamos; e em seguida, relacionar tais imagens reconstituídas a partir dos textos, àquilo que deu origem a elas, na maioria dos casos as particulares visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t – obtendo com Conceituação e com Imaginação, relações reversíveis entre textos e imagens, e entre imagens (figuras) e as ocorrências espacio-temporais.
Veja o tópico 1. O conhecimento necessário para reconhecer as visões que povoaram a mente de pioneiros filósofos ao longo dos últimos dois séculos – que serviram de estímulo para conquistas humanas no pensamento, e por outro lado o posicionamento, na história da filosofia em nossa cultura ocidental, dos conceitos embutidos em textos que usamos frequentemente, hoje, em áreas mais prosaicas como a produção, vem de Michel Foucault, este autor, a maior influência neste trabalho, e aqui, engenheiro de produção honorário, pelo que nos transmite em seu ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’.
Utilizando diretamente a sugestão de Foucault quanto ao espectro de visões, (modelos com e sem a possibilidade de fundar as sínteses do pensamento no espaço da representação) tomo então alguns poucos modelos antológicos existentes – e de muita utilização, e aplico a esses modelos os critérios de distinções obtidos neste estudo, formando esse espectro de modelos composto por três segmentos – aquém, diante e para além do objeto – agrupados em duas famílias. Isso dará elementos para identificarmos os elementos que utilizaremos em nossas modelagens, as paletas de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas regiões e famílias, incluindo as relações necessárias entre essas ideias ou elementos de imagem, para que a relação texto – imagem – visão se estabeleça, nos dois sentidos; e com isso melhores condições de possibilidade de identificar e entender como são os modelos que usamos aqui e agora. E de descobrir um pouco mais de perto o modo como efetivamente pensamos.
Ainda no tópico 1. O traçado da rota a percorrer, veio de Humberto Maturana. Tomei a pedra fundamental de seu pensamento, as objeções e propostas que ele fez sobre como eram e como deveriam ser, os modelos para fenômenos, inspirados na biologia; está em De máquinas e de seres vivos: autopoiese, a organização do vivo; Vinte anos depois; História. De Maturana tomo também a Figura 2 – Diagrama ontológico; Reflexões epistemológicas, do livro Cognição, Ciência e Vida cotidiana; servem de inicio e de suporte para as animações.
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