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Ora, direis – Ouvir estrelas! Certo, perdeste o senso. AQUÉM DIANTE para ALÉM imagem # 2 ewrtwe As armas e os barões assinalados Oviste o
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O objetivo deste novo editor é tornar a inclusão de conteúdo rico no WordPress simples e agradável. Este post é todo composto de pedaços de conteúdo — algo parecido com os blocos LEGO — que você pode movimentar e com eles, interagir. Movimente o cursor pela tela e você vai notar que os vários blocos…
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Reflexões imaginativas no espaço-tempo das Permanências e dos Fluxos com a licença de Augusto de Franco pelo enxerto (quase paráfrase) feito sobre o título de um de seus trabalhos. Reflexões imaginativas O espírito com que estou escrevendo e pistas sugestivas de espaço para mudanças Influências, inspirações, a plataforma adotada para exposição de ideias O livro…
Reflexões imaginativas no espaço-tempo das Permanências e dos Fluxos com a licença de Augusto de Franco pelo enxerto (quase paráfrase) feito sobre o título de um de seus trabalhos. Reflexões imaginativas O espírito com que estou escrevendo e pistas sugestivas de espaço para mudanças Influências, inspirações, a plataforma adotada para exposição de ideias O livro…
Manual de uso e projeto de modelos no campo das ciências humanas, por Michel Foucault
A forma de reflexão que se instaura em nossa cultura A forma de reflexão que se instaura com esse perfil de conceitos do pensamento moderno, o de depois de 1825 “Instaura-se uma forma de reflexão, bastante afastada do cartesianismo e da análise kantiana, em que está em questão, pela primeira vez, o ser do homem,…
































“Eis que nos adiantamos bem para além do acontecimento histórico que se impunha situar
– bem para além das margens cronológicas dessa ruptura que divide, em sua profundidade, a epistémê do mundo ocidental e isola para nós o começo de uma certa maneira moderna de conhecer empiricidades.
É que o pensamento que nos é contemporâneo
e com o qual, queiramos ou não pensamos,
se acha ainda muito dominado pela impossibilidade,
trazida à luz por volta do final do século XVIII,
de fundar as sínteses no espaço da representação
e pela obrigação correlativa, simultânea, mas logo dividida contra si mesma, de abrir o campo transcendental da subjetividade e de construir, inversamente, para além do objeto, esses quase transcendentais que são para nós a Vida, o Trabalho e a Linguagem
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‘











Vilém FlusserVisão da ocorrência no espaço-tempo

imagens

Conceitos (Textos)

neste estudo nosso objeetivo é cuidar dessas relações,
conforme o caso




Este trabalho é baseado em imagens e videos (animações). Fazemos um exercício de entendimento de imagens tradicionais e imagens técnicas e o percurso reversível, ida e volta, desde ocorrências no espaço-tempo até os textos com os conceitos a elas referidos.
Há muito pouco texto para ler; na maioria dos casos das animações, há um áudio com o texto falado – que sempre você pode desligar se preferir ler diretamente na área de mensagens.
A ideia básica é:
Este trabalho procura dar elementos para identificarmos a paleta de ideias ou elementos de imagem em cada uma dessas imagens ou figuras, com as relações necessárias entre essas ideias – ou elementos de imagem -, para que as relações
se estabeleçam.
Passando seu mouse sobre cada número de item de um tópico na matriz ou em uma linha de itens, abre-se uma página popup de resumo. Clicando no número do item, no lado esquerdo do cabeçalho dessa página de resumo, você irá para o item respectivo onde terá acesso ao argumento, e às animações. O menu vertical no lado direito da tela é uma videoteca.










e ainda, não menos importante, devido a Flusser:
.- as imagens tradicionais, as imagens técnicas, as classes de abstrações que usamos cotidianamente

2. as sugestões de Humberto Maturana nos livros: Cognição, Ciência e Vida cotidiana;
Emoções e Linguagem na Educação e na Política e De máquinas e de seres vivos.
objeções e propostas de mudança feitas por Maturana ao fazer dos pesquisadores em IA do MIT do final dos anos ’50, aceitação de algumas das críticas feitas e aparentemente, uma alteração de rota;

3. a influência especialmente muito forte de Michel Foucault no livro ‘As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas’:
a descoberta de duas pedras de troçeço durante seu trabalho nesse livro, a saber:]uma impossibilidade (vigente ainda em nossos dias) de fundar as sínteses – dos objetos e coisas de interesse do homem – no espaço da representação;
e uma obrigação de abrir o campo transcendental da subjetividade e do objeto, os quase-transcendentais Bida(Biologia), Trabalho(Economia) e Linguagem(Filologia).








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Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico: I. As novas empiricidades






‘Assim, estes três pares,
função-norma,
conflito-regra,
significação-sistema,
cobrem, por completo,
o domínio inteiro
do conhecimento do homem.'(*)
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Cap. X – As ciências humanas
| Pensamento clássico | Pensamento moderno | |
| Referencial | Ordem pela ordem | Utopia do impensado |
| Princípios organizadores | Caráter e Similitude | Analogia e Sucessão |
| Métodos | Identidade e Semelhança | Análise e Síntese |
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo X – As ciências humanas; tópico: III. Os três modelos



|
Antes do objeto |
Diante do objeto |
para Além do objeto |
Operação no sistema Input-Output sobre representações pré-existentes |
Operação de Construção de representação nova, não existente no repositório |
Operação de Instanciamento de representação pré-existente no repositório |
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico: I. As novas empiricidades



| AQUÉM do objeto Adam Smith, 1776 | DIANTE e para ALÉM do objeto David Ricardo, de 1817 |
As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
(*) Capítulo VII – Os limites da representação;
tópico II. A medida do trabalho;
As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
(**) Capítulo VIII- Trabalho, Vida e Linguagem;
tópico II. Ricardo



Posição relativa do par sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE e para ALÉM
história como sucessão de fatos
tais como vão se sucedendo
história como alterações
no ‘modo de ser fundamental’ das empiricidades
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| DIANTE do objeto |
As duas animações acima bem como o depoimento de Ilya Prigogine – a nosso ver – apenas mostram que tanto John Dewey na sua visão [homem] [experiência] e [natureza] juntos; quanto Ilya Prigogine na sua visão do que seja caos na ciência moderna, estão pensando com uma configuração de pensamento COM a possibilidade de fundar as sínteses no espaço da representação (introduzindo uma irreversibilidade no ambiente e domínio no qual a operação acontece alterando a constituição da linguagem, o que não era comum para a ciência clássica, toda reversível.



(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




Duas visões, duas leituras do fenômeno ‘operações’; sob o pensamento clássico, o de antes de 1775 (seta amarela) e sob o pensamento moderno, o de depois da Descontinuidade Epistemoógica posicionada por Michel Foucault entre os anos de 1775 e 1825 (seta vetmelha), com duas amplitudes – duas abrangências dos fenômenos, muito diferentes.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




Usando o pensamento de Vilém Flusser:
Descontinuidades epistemológicas refletem conquistas humanas no pensamento e são aprimoramentos na maneira que usamos para conhecer. Há portanto uma relação entre, de um lado, o modo como colocamos em marcha nosso desejo de transformar o duvidoso em língua a cada nível, e de outro lado, a filosofia que temos, e a Ciência que temos, ou a tecnologia de que dispomos. Filosofia, Ciência e Tecnologia são funções do como como vemos o mundo e as coisas.
Michel Foucault (*) descreve uma descontinuidade epistemológica (uma alteração no modo como nos voltamos para o mundo para conhecer o que dizemos que conhecemos), e aponta com toda clareza diferentes jogos de ferramentas de pensamento ou estruturas conceituais, características de uma e de outra dessas epistemologias, de um e de outro lado desse evento. E aponta um período em nossa cultura ocidental, em que o pensamento esteve dominado por uma característica do período anterior.
A solução de questões trazidas à luz por essa nova maneira de conhecer (a nova epistemologia) não poderão ser resolvidas se correspondentes ciência e tecnologia não forem desenvolvidas também.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



Acompanhando o trabalho arqueológico de Michel Foucault em direção a essa classe especial de saberes, a esse conjunto de discursos chamado de ciências humanas, vê-se que em certo período consolidou-se um tipo de pensamento em cuja configuração a etapa de construção de novas representações foi incorporada. Antes disso, essa etapa de construção da representação nova ficava fora do escopo do pensamento, e depois disso essa etapa permaneceu definitivamente incorporada.
Para a configuração de pensamento que deixa fora do seu escopo de possibilidades a etapa de construção de novas representações a alternativa é conviver com tudo o que existe desde sempre e para sempre, tomando as coisas como pré-existentes e pertencentes ao Universo. Esse modo de pensar tem características de conservadorismo, enquanto aquela outra configuração do pensamento que inclui em seu escopo a geração de novas representações, as características de progressismo.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



É real hoje, aqui, agora, e entre nós, a percepção – feita por Foucault – do domínio/contaminação do pensamento – ‘com o qual queiramos ou não pensamos‘ – pela impossibilidade de fundar as sínteses (do pensamento sobre a empiricidade objeto da operação) no espaço da representação(*).
Esse tipo de pensamento dominante, aquele com a impossibilidade de fundar as sínteses, é ao mesmo tempo o tipo de pensamento que não inclui a operação de construção de novas representações. E a estrutura das operações sem essa etapa reforça essa impossibilidade. Nesse contexto modelos com e modelos sem essa impossibilidade são tratados como se variações sobre o mesmo tema fossem, e não produções do pensamento completamente diferentes.
Estamos projetando e usando hoje, modelos para operações e organizações, de produção e outras, com o pensamento de exatos dois séculos atrás.
Para que isso possa ser percebido pelo projetista de modelos em diversas áreas é necessário o rompimento das condições em que se dá essa contaminação e esse domínio de uma das configurações de pensamento sobre a outra, obliterando justamente aquela que corresponde a uma conquista humana no pensamento. Para que isso aconteça é necessário que seja atendido um requisito: a construção de um critério para identificação e comparação de modelos, e sua aplicação no caso presente.
Daqui de onde vejo as coisas, é unânime a visão das coisas em termos de processo. Ninguém fala de nada além de processos: mapeia-se processos, otimiza-se processos, etc. etc. o que quer que seja, mas sempre processos. Sem que nos demos conta de como sejam as diferentes estruturas das operações em que tais ‘processos’ ocupam posição operacional.
Michel Foucault pode fornecer os elementos necessários para a construção desse critério. Nossa intenção aqui é destacar em Foucault o que pode ser usado para o estabelecimento de uma relação pensamento – e sua aplicação na modelagem de operações em organizações.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico:
I. As novas empiricidades






DIANTE e para ALÉM do objeto



Uma coleção com mais de duas dúzias de modelos (*) para descobrir com que tipo de pensamento foram convebidos:








































(*) Proposta de metodologia para o planejamento e implantação de manufatura integada por computador.
de Bremer, C. F. – USP SC fev 1995; entre outras fontes.



AQUÉM
DIANTE
para ALÉM



AQUÉM do objeto
DIANTE e para ALÉM do objeto
O exame dessas três figuras mostra que ideias, elementos de imagem, homônimos, podem ser usados de modo diferente em modelos feitos sob estruturas conceituais diferentes.
No modelo 5W e 2H no lado esquerdo acima, o destaque dado pelo losango em vermelho é nosso. Não estava na figura original. A figura é organizada por um sistema de categorias composto pelas 7 perguntas 5W2H
O modelo da produção do Kanban é sim-discriminativo com relação ao elemento componente do objeto da operação de produção, e é formulado como uma proposição instanciativa de um objeto previamente projetado, e portanto cuja representação foi anteriormente construída
O modelo de operações de construção de representação para empiricidade objeto (LD da figura) é feito calcado no Princípio Dual de Trabalho de David Ricardo; está evidenciada a formulação no formato de uma proposição. A origem de valor adotada está nas designações primitivas ( conjunto de operações de busca por origem, condições de possibilidade e de generalidade dentro de limites) e da linguagem de uso (o Repositório)



| AQUÉM do objeto | para ALÉM do objeto |



| AQUEM do objeto | Diferenças | DIANTE do objeto |
Comparação do modelo SIPOC ou FEPSC – SixSigma(*) com o modelo Visão da PHD(**) do ponto de vista das estruturas respectivas.
A animação central mostra o que falta – estruturalmente – ao SixSigma para ter a estrutura do modelo da direita.



| O modelo descritivo da produção do Kanban | A Fig. 7.1 – Mapa da atividade semicondutores da Texas Instruments |



| ANTES de 1775 verbo como Processo | DEPOIS de 1825 verbo como Forma de produção |
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo IV – Falar:
III. A teoria do verbo



(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



Em um pensamento mágico sobre a produção – nos moldes ‘varinha mágica de condão’ – é possível desejar algo e, sem mais qualquer providência, vê-lo surgir à nossa frente depois do Plin!!!
Num ambiente de produção real, porém, nada é produzido sem um instrumento (laboratório piloto, fábrica) com o qual instanciar esse objeto na realidade. A estrutura SSS é isso: a modelagem das operações de produção do objeto desejado juntamente com as operações de produção do objeto – distinto deste – laboratório piloto, ou fábrica, subindo um nível estrutural e impondo como elemento central o Nexo da produção
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo IV – Falar; tópico II. Gramática geral
Capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; I. As novas empiricidades



| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |
| Espaço geral do saber clássico, antes de 1775. | Espaço geral do saber moderno, depois de 1825. | Espaço interior do Triedro dos saberes |
As mudanças nas configurações do pensamento promoveram reposicionamentos das positividades umas em relação às outras, resultando em três espaços gerais do saber.(*)
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Capítulo III – Representar; tópico VI. Mathésis e Taxinomia;
Capítulo X – As ciências humanas; tópico I – O triedro dos saberes;
de Michel Foucault



| AQUEM | DIANTE | para ALÉM |
Tempo em cada um dos segmentos do espectro muda:
aquém do objeto, na estrutura input-output sob o pensamento clássico, temos um tempo relativo, ou um tempo calendário, cujo deus é Chronos;
diante do objeto mas no caminho da Construção da representação, sob o pensamento filosófico moderno, temos um tempo absoluto, um tempo não-calendário, cujo deus é Kairós;
e ainda diante, e também além do objeto, tempos um tempo que volta a ser relativo, calendário, e a soberania volta a ser a de Chronos.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| AQUÉM | DIANTE e para ALÉM |
As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
Cap. IX – O homem e seus duplos; tópico II. O lugar do rei
(*) As palavras e as coisas:
uma arqueologia das ciências humanas;
Prefácio
As palavras e as cisas:
uma arqueologia das cências humanas,
Cap. X – As ciências himanas; I. O triedro dos saberes.



| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



Imaginação e Conceituação – funções humanas reversíveis:
Imagens tradicionais e Imagens técnicas
|
Antes do objeto |
Diante do objeto |
para Além do objeto |
Imagens tradicionais construídas por um humano |
Imagens técnicas, aquelas produzidas por aparelhos |
Classes de abstrações que usamos para construir essas imagens |
Paletas com o conjunto completo de ideias ou elementos de imagem necessários para a formulação das respectivas imagens das ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t; incluindo relacionamentos entre esses elementos de imagem. (*)
Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia
Vilém Flusser



Modelos constituintes de modelos
em cada uma das faixas desse espectro
Posição relativa modelo de operações – sujeito-objeto
AQUÉM
DIANTE
para ALÉM
não há modelos constituintes nesse segmento do espectro, já que pelos pressupostos adotados (Universo, realidade única) nada é constituído na existência em decorrência das operações feitas
modelo constituinte composto pelo par constituinte correspondente ao campo em que o modelo é formulado, tomados isoladamente em cada área:
campo das Ciências Humanas com modelos constituintes formados por uma combinação ponderada dos três pares constituintes da Vida, do Trabalho e da Linguagem tomados todos simultaneamente em conjunto em cada modelo, dada ênfase a uma das áreas das ciências pertencentes à região epistemológica fundamental.



O espectro de modelos segundo essa possibilidade de sim-fundar, ou não-fundar,
as sínteses no espaço da representação: Aquém, Diante e para Além do objeto
– estes os segmentos do espectro de modelos de visões de ocorrências no espaço-tempo x, y, z e t
O modo como Foucault descreve o problema que encontrou em seu trabalho pode ser mapeado em um espectro de modelos agrupados segundo os dois fatores por ele percebidos: fator 1, com duas regiões quanto à fundação das sínteses na representação e com três regiões quanto à posição relativa ao objeto e ao sujeito:
| Impossibilidade | Possibilidade | Possibilidade |
| AQUÉM | DIANTE | para ALÉM |
| do objeto e do sujeito | do objeto e do sujeito | do objeto e do sujeito |
Fator 1 – o domínio/contaminação do pensamento com o uso simultâneo de configurações de pensamento
de fundar as sínteses da representação da empiricidade objeto, no espaço da representação’; com duas regiões em um espectro de modelos:
Fator 2 – dar conta da obrigação correlativa (…) de abrir o campo transcendental da subjetividade constituindo, para além do objeto, os “quase-transcendentais”
com as seguintes regiões no espectro de modelos:
1. região do espectro: ‘Aquém do objeto’ (na impossibilidade);
2. região do espectro: ‘Diante do objeto’ (na possibilidade)
3. região do espectro: ‘para Além do objeto’, (na possibilidade) e no campo das ciências humanas, no espaço interior do triedro dos saberes.
outra região no espectro de modelos, com modelo constituinte único composto dos três pares constituintes das três regiões epistemológicas fundamentais


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“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas;
capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo;
Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela



| Aquém | Diante | para Além |
Operacionalização das operações de pensamento, de produção, de ensino etc. em cada segmento do espectro de modelos
operação de transformação de Entradas em Saídas sob a estrutura Input-Output, no pensamento clássico, o de antes de 1775
operação de Conversão do Impensado em representação no domínio em que a operação ocorre
operação de disponibilização no ambiente/domínio de representação pré-existente no repositório de proposições explicativas da experiência formuladas de acordo com as regras da linguagem.
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela




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popup funcionamento






“É que o pensamento que nos é contemporâneo e com o qual, queiramos ou não, pensamos, se acha ainda muito dominado

“Substituir
foi um passo importante na boa direção por evitar a armadilha da linguagem clássica de fazer do organismo um sistema de processamento de informação.
(…) Contudo é uma formulação fraca por não propor uma alternativa construtiva e deixar a interação na bruma de uma simples perturbação. (…) Frequentemente se tem feito a crítica de que a autopoiese leva a uma posição solipsista. (**)
(*) As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; capítulo VIII – Trabalho, Vida e Linguagem; tópico: I. As novas empiricidades
(**) De máquinas e de seres vivos: autopoiese – a organização do vivo; Prefácio à segunda edição; tópico Além da autopoiese; sub-tópico: Enacção e cognição, de Francisco José Garcia Varela








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